Deja-vu (pronuncia-se dejavi) ou déjà-vu do francês. Embora os dicionários sejam materialistas (cartesianos) e deem sentidos distorcidos deste fenômeno psíquico, como sendo uma ilusão ou distorção, em verdade é um fenômeno real, que acontece espontaneamente com algumas pessoas. É um conhecimento inconsciente, prévio, ou impressão de já ter visto ou encontrado uma pessoa, visitado determinado lugar, ou já ter vivido uma situação, os quais de fato o(a) percipiente jamais vira, estivera antes, ou vivera no estado da vigília física ordinária. Não cabe aqui tentar explicar por ocorre.
Dalton Campos Roque
Engenheiro por destino, editor por teimosia, escritor por vocação, poeta por emoção, pesquisador da consciência por dharma, em busca de redenção.
Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.
Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”
E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.
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