Cientificismo

O termo implica a atitude de valorização obrigatória e única do papel da ciência mecanicista no desenvolvimento da cultura em particular e da sociedade em geral. No entanto, esta tendência, muitas vezes é colocada como pejorativo, por uma sociedade leiga que não entende nem o que é ou como funciona a ciência, e como um papagaio repete tal argumentação, sem saber explicá-la, entender seus métodos. É um chavão, um bordão, um refrão do leigo, que nada entende e evoca a ciência apenas para defender suas crenças, dogmas e paradigmas pessoais. É um apoio dogmático ao método científico reducionista de todo o conhecimento a tudo o que é mensurável. A questão não é apenas se ater na ciência, mas debater e transcender seu paradigma já falido e insuficiente para uma saúde integral social e pessoal.

Há vários tipos de cientificismo: a). O cientificismo leigo da pessoa materialista; b). O cientificismo New Age (Nova Era) do místico incauto, leigo na ciência e leigo nas leis energéticas e conscienciais do espiritualismo avançado; c). O cientificismo grupuscular espiritualista / consciencial, formado por grupos que criam seu próprio sistema isolado, criam tipos e rótulos parecidos e imitadores da ciência e se denominam ciência a revelia do mundo exterior.

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Dalton Campos Roque
Artífice de palavras e desvelador de abismos. Médium das letras que transita entre o ácido e o sublime. Engenheiro de "pontes" que ligam o visível ao inefável. Projetor e pesquisador do astral, cultiva um jardim de paradoxos, onde florescem humor e transcendência. Meus livros são portais — alguns levam ao sótão da alma, outros às catacumbas do riso. Costumo dizer que “escrever é o último exorcismo antes do amanhecer”.

Autor de dezenas de obras independentes — cinco sobre informática, uma sobre autopublicação e o restante sobre espiritualidade e consciência, sem religião.

Engenheiro Civil, pós-graduado em Educação em Valores Humanos (Sathya Sai Baba) e em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia. “Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.”

E um lembrete: todo texto, crítica ou alerta que escrevo serve, antes de tudo, para mim mesmo.

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