O autoconhecimento consciencial se compõe de três partes básicas: sensibilidade, parapercepção e autopesquisa.
a. Sensibilidade: abertismo (mente e coração), intuição, universalismo, flexibilidade, capacidade de reconhecer os próprios erros e limitações (modéstia sincera, resultado da lucidez e da maturidade conscienciais), vontade íntima sincera de se reciclar e evoluir. Desenvolvido através de exercícios de introspecção, reflexão e meditação;
b. Parapercepção: paragenética[1], disciplina e esforço pessoais em exercícios e práticas bioenergéticas. Os talentos paragenéticos determinam seus potenciais paraperceptivos. O exercício de práticas bioenergéticas e mântricas[2] diárias determina o desabrochar dos potenciais conscienciais desta e de outras vivências, realizadas fora ou dentro do corpo físico, ao longo dos milênios.
c. Autopesquisa: reforma íntima, reciclagem intraconsciencial (vontade e coragem). Só se descobre e se conhece quem pesquisa a si mesmo. Só se autopesquisa quem não tem medo de assumir as próprias fissuras. Imprescindível coragem, vontade, determinação e persistência. Muitos preferem apenas trilhar os caminhos do conhecimento (intelectualidade). Os caminhos da sabedoria são mais difíceis e exigem prática cotidiana de ética e isenção para a qual muito poucos, senão raros, possuem competência e estofo.
[1] São as características inatas do ser, tendências adquiridas em outras vidas. Para se aprofundar mais neste tópico leia o livro O Karma e suas Leis, dos mesmos autores.
[2] Relativo ao uso consciente dos mantras.
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