André Luiz foi um espírito que psicografou com diversos médiuns, principalmente com Chico Xavier. Fiz uma breve pesquisa nas principais obras deste espírito e trago esta síntese para o leitor. – Dalton.
Glândula Pineal (Epífise) – Visão de André Luiz
Introdução
A glândula pineal, ou epífise, é descrita por André Luiz como uma estrutura de imenso valor na fisiologia da alma. É o elo essencial entre os corpos físico e espiritual, sendo vital para funções mentais, mediúnicas e evolutivas.
Desenvolvimento
– Centro da vida mental: Em Evolução em Dois Mundos, a epífise é apresentada como “glândula da vida mental”, reguladora das forças psíquicas. É nela que se irradiam “forças criadoras da mente”, estando diretamente conectada ao perispírito. Possui funções de arquivamento de experiências reencarnatórias e é apontada como centro de memória do espírito.
– Sensor da influência espiritual: Atua como receptor das impressões do mundo extrafísico. Em mediunidade, é a “antena psíquica” que permite a captação das ondas mentais dos espíritos. Age em estreita sintonia com o lobo frontal, coordenando os centros corticais responsáveis pela atenção, inspiração e sensibilidade espiritual.
– Fisiologia oculta da mediunidade: Em Mecanismos da Mediunidade, André Luiz explica que, pela epífise, transitam as correntes mentais entre o médium e o espírito comunicante. Está ligada ao campo psicossomático, sendo responsável por organizar imagens mentais no intercâmbio espiritual.
– Atividade na infância e maturidade mediúnica: A epífise atua intensamente na infância, regulando os impulsos do sistema nervoso e os instintos. Após a puberdade, seu funcionamento diminui para a maioria, mas em médiuns e pessoas espiritualmente elevadas, permanece ativa por toda a vida.
– Ligação com o centro coronário: Em Missionários da Luz, é mencionada sua conexão com o centro coronário, que comanda os demais centros de força do perispírito. A epífise é descrita como um “espelho da mente” e um canal para o influxo das energias superiores, relacionando-se diretamente com a consciência.
Conclusão
Na literatura de André Luiz, a glândula pineal transcende seu papel anatômico e torna-se núcleo fundamental da expressão espiritual. É o ponto de contato entre o espírito e o cérebro, sendo sensível à moralidade e à disciplina mental. O seu cultivo — por meio de pensamentos elevados, oração e vigilância — potencializa suas funções superiores, favorecendo a lucidez, a inspiração e a mediunidade segura.
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