Trechos de abertura do livro Encontros com o Inefável – Poemas sobre o silêncio e o retorno da consciência, de Dalton Campos Roque.
Há livros que se leem; outros, que se atravessam.
Encontros com o Inefável não pede velocidade nem interpretação, pede pausa.
Cada página é um degrau, cada silêncio, um cume temporário.
O livro começa antes da primeira linha — começa no instante em que o leitor decide respirar junto.
O que segue são os portais de entrada da obra: a mensagem, a dedicatória e os agradecimentos.
Três respirações fundadoras — três formas de dizer que o mistério não precisa ser explicado, apenas lembrado.
MENSAGEM ESPECIAL AO LEITOR
Este livro não foi feito para ser lido depressa.
Ele foi tecido no ritmo da respiração —
subir, permanecer, descer.
Cada parte é uma montanha,
cada pausa, um vale.
Quem o percorre não encontrará respostas,
mas talvez ouça algo entre as palavras:
o murmúrio do próprio silêncio.
DEDICATÓRIA
Aos que buscam sem mapa,
e aos que já cansaram de buscar.
Aos que duvidam do próprio brilho,
mas ainda assim acendem luz nos outros.
Aos que ouviram o silêncio
e souberam que era resposta.
Aos que olham o mundo
como quem volta para casa —
mesmo sem saber onde é.
E, sobretudo,
a tudo o que respira:
pedras, águas, estrelas,
porque cada uma guarda
a lembrança tranquila
de que o Todo nunca foi distante,
apenas quieto.
E nós, parte dele,
estamos apenas aprendendo a ouvir.
AGRADECIMENTOS
Agradeço profundamente ao escritor Wagner Borges, cuja obra e presença inspiraram em mim o olhar mais profundo sobre o Tao, o espírito livre do Zen e o sopro vital do Chi.
Suas palavras abriram portais silenciosos, mostrando que o conhecimento não precisa gritar para transformar — basta vibrar em verdade.
Gratidão também aos amigos e leitores que, ao longo dos anos, compartilharam comigo suas próprias buscas e descobertas.
Cada conversa, cada troca de energia, foi um fragmento de luz que ajudou a dar forma a este livro.
À Andréa Lúcia, pela parceria paciente e pela sensibilidade com que transforma ideias em harmonia visual.
Ao universo, por me permitir ser veículo de um sopro, por menor que seja, do indizível.
E ao silêncio — o primeiro e o último mestre,
aquele que ensina sem voz
e permanece mesmo depois que o livro se fecha.
Encontros com o Inefável – Poemas sobre o silêncio e o retorno da consciência
Disponível pelo Clube de Autores
consciencial.org
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