TELE ETÉRICA / BÚDICA ROMPIDA?

TELE ETÉRICA / BÚDICA ROMPIDA?

Resposta a um colega (QUE NÃO VOU IDENTIFICAR, ÓBVIO) que me perguntou o seguinte:

Necessito de orientação para recuperação de minha tela etérica ou tela búdica.
Em trabalho a apométrico foi detectado vários rasgos nesta proteção.
Podem me auxiliar?
Aguardo retorno.
Grato!

RESPOSTA

Amigo, muito cuidado com diagnósticos precoces e levianos.
Se isto não for muito bem confirmado, não dá para confiar.

A pessoa que chega num nível desse, seja com tela de qual chacra for, está em estado de obsessão grave. Imagine uma pessoa que fraturou a coluna, quanto tempo cirurgia, de tratamento e de recuperação???

Não existe mágica! Nós, que somos pacientes espirituais, a recuperação é mais lenta e dolorosa ainda!! Eu me incluo.

É a velha conversa que vc já sabe. O repouso do paciente que foi operado é a mesma coisa que a reforma íntima daquele que foi atendido espiritualmente com Apometria ou outro sistema.

Em casos de amputação de membros do corpo físico não há recuperação, apenas tratamento, e com tela etérica é mais ou menos assim também!!!

Temos 7 telas etéricas (é o termo mais correto) entre os 7 chacras e os 7 parachacras, e qualquer uma delas pode se romper com vícios e excessos de muitos anos, é igual uma amputação do corpo. O que se faz é um curativo energético, como por um esparadrapo e gaze em energéticos em cima, com gel balsamizante.

Então o paciente, por exemplo, tem que largar o vício imediatamente (vou supor cocaína por didática) e não voltar a usar – isto não é uma julgamento moral, é uma análise consciencial energética.

E o paciente tem que cuidar daquele “curativo” para o resto da vida com postura e comportamento muito, mas muito cuidadoso. O tratamento residual é para o resto da vida, lendo coisas edificantes, lazer edificante, postura e comportamento exemplar, orando muito com sentimentos elevados, e tomando passes todas as semanas para sempre. E claro, fazendo a reforma íntima e uma boa caridade.

Muitos grupos de Apometria são moralistas, e acabam misturando o diagnóstico espiritual-energístico com seus próprios julgamentos. As vezes sabendo da “má fama” de algum atendente, já vão pre-dispostos a concluir tal e qual diagnóstico, mas é mera suposição.

É preciso muita ética, responsabilidade e discernimento para bancar o curador.
Eu analiso consciencialmente, dou minha perspectiva genérica, mas bato o martelo, a pessoa, o paciente, o consultante tem que se tocar sozinho, não são os “curadores” que devem julgar.

Isso me lembra aquela pessoa que não dá o trocado ao mendigo que vai “gastar em cachaça”. Eu se for dar a esmola, dou e não julgo, mesmo tendo certeza que é para cachaça! Quando dou a esmola ao mendigo eu não o julgo, é como se a esmola fosse para meu próprio coração apenas na representação simbólica de minha atitude auto desafiadora.

Sabe, não sei se é possível haver amor sem discernimento, e sem amor não há bom atendimento, porque julgamento não é amor, é falta de discernimento.

Então cara, se cuida dobrado, triplicado e não dê mole para os julgadores. Eu não sei quem te diagnosticou e também não posso julgá-los, mas quem me procurou foi você, então respondo francamente tentando apenas dar o melhor que disponho de discernimento e amor neste momento, é o que eu tenho para o momento.

Torço por você, seja na luz ou na escuridão, de verdade!!!!!!!

Quero lembrar ao leitor que escrevi novidades sobre a TELA ETÉRICA no livro Portais Interdimensionais.

O que você achou?

Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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