PERSONALIDADES RESSONANTES

PERSONALIDADES RESSONANTES

Somos uma síntese de várias personalidades do passado. Isso pode se chamar personalidades ressonantes, como também automimeses dispensáveis, egos ressonantes, traços fardos ressonantes, entre outros sinônimos da mesma ideia e princípio.

Cada vida (encarnação) é um livro. Cada ser humano, uma biblioteca. Cada planeta, um conjunto extenso de bibliotecas estelares. Temos seres de Sirius, de Capela, de Atlântida, de perto, de longe, do bem e do mal.

Além de cada um de nós ser apenas um, também somos um com o resto do universo e dos multiversos.

O aspecto vibracional e a questão que a parte contém o todo, como no princípio da holografia laser[1], conta muito em nossa existência.

Cada personalidade teve um contexto, uma condição existencial no passado, manifestando-se e sendo gravado em nossa memória consciencial ou memória integral. Elas ficam mais marcadas conforme a intensidade emocional da vida em que foram vivenciadas.

Quanto mais emoção, seja positiva, seja negativa, mais as características da personalidade ficam impressas em nosso corpo mental (memória integral) e mais fácil são de se manifestarem na vida presente, quando se vivencia emoção semelhante.CD Apometria

Os carmas positivos e negativos possuem relações diretas com essas personalidades. Temos personalidades ressonantes (tendem a ressurgir e assim se manifestam com mais intensidade) e, na ausência de termo mais adequado, personalidades diluídas (misturadas umas com as outras).

Embora a rigor todas se diluam umas nas outras, interpermeando-se, influenciando-se mutuamente, as personalidades ressonantes são aquelas que afloram do porão consciencial em uma determinada encarnação.

Somos uma síntese, e não um quebra-cabeça (ou colcha de retalhos). Experimentamos muitas vidas, com muitas experiências e coisas boas e ruins diferentes. São várias encarnações, com nossos egos ou aspectos vibracionais distintos, personalidades boas e ruins. Somos, grosso modo, “anjos” e “monstros”.

No contexto evolutivo planetário, como mundo de provas e expiações (subdesenvolvido em termos conscienciais), pelo menos 90% da humanidade teve vivências (reencarnações) focadas nos 3 chacras inferiores (incluídos eu e nós), ou seja, chacra básico ou perineal, chacra sexual, chacra umbilical, com enfoques negativos e sofríveis, o que faz a humanidade terrena ser como é hoje (todos nós, com gradações), uma família de sonâmbulos conduzidos como rebanho pelos sistemas e líderes grupais.

O legado espiritual sublime legado à humanidade terrestre por todos os avatares e mestres do amor foi deturpado, ao longo dos séculos, em virtude do fanatismo, manifestado pelo exclusivismo doutrinário, pela patrulha ideológica e pela intolerância com o pensamento divergente e as novas ideias, fruto da falta de lucidez, de discernimento e maturidade conscienciais, somado a lutas pelo poder, ao orgulho intelectual e à tendência de cristalizar a visão de mundo em torno de uma zona de conforto e de interesses financeiros.

A afinidade entre as condições pensênicas (pensamento + sentimento + energia), vibracionais e sociais desta encarnação e encarnações passadas da mesma pessoa, despertam nela personalidades ressonantes do seu passado multimilenar, que tendem a se manifestar no presente com mais força do que as demais personalidades, sem que, necessariamente, sejam as personalidades dominantes na psiquê do encarnado.

Quando o vivente a experimenta, se der asas e alimentar tal personalidade ressonante, ela ganha força, fortalece-se e dá o primeiro passo para eclodir e dominar novamente.

Conforme eclosões repetidas, ela se fortalece e pode ressurgir e dominar com toda força. Esse fenômeno pode ocorrer tanto com as personalidades negativas quanto com as personalidades positivas, cuja influência deve ser reforçada, cultivando-se emoções e sentimentos positivos, relacionados à alegria, à completude, à serenidade, à caridade, ao equilíbrio, à modéstia e à paciência, entre outras.

Temos um ciclo existencial, ao percorrer várias existências carnais (encarnações), a visão macroexistencial. Temos um ciclo existencial percorrido numa única reencarnação, a visão microexistencial.

É possível comparar os 2 percursos, o micro com o macro, respeitando-se suas respectivas escalas e descobrir o princípio holográfico (conforme atrás citado, no que se refere ao raio laser): a experiência menor (microexistencial, relativa à encarnação mais recente) demonstrará uma experiência semelhante, uma curva semelhante (gráfico), a visão macroexistencial (hipótese):

Exemplo hipotético da visão microexistencial – Gráfico 1

Personalidades-ressonantes-01Exemplo hipotético da visão macroexistencial – Gráfico 2

Personalidades-ressonantes-03Repare que o “caminho” sinuoso percorrido na curva microexistencial hipotética possui algumas semelhanças (tendência similares) à curva macroexistencial – (também hipótese nossa). Isso torna possível uma previsão matemático-estatística do percurso da nova alma a encarnar. Estuda-se o passado multimilenar dela, desenha-se a curva em um gráfico e se projeta uma tendência (extrapola-se) para nova vida na carne.

Descobrir e confirmar esse princípio holográfico pode nos ser útil para traçarmos uma tendência da vida atual. Na verdade, é um mapa de tendências que os mestres siderais utilizam para projetar nossas encarnações, nossos dharmas ou programações existenciais.

Nós mesmos, os encarnados não temos como acessar essa informação na sua inteireza e ter essa visão de conjunto tão ampla, embora possa nos ser parcialmente informada pelos amigos espirituais aspectos relevantes ao nosso presente momento evolutivo. É matéria para aprofundamento pelos grupos de Apometria e por poucos projetores conscientes assistenciais do planeta, que cuidam e tratam das pessoas.

Então temos 3 parâmetros nesta equação complexa:

  1. As personalidades ressonantes;
  2. A condição holográfica existencial, que induz que a visão microexistencial seja semelhante à visão macroexistencial;
  3. Os carmas negativos adjacentes, ou seja, as condições desfavoráveis internas da personalidade, suas fraquezas, que favorecem seus fracassos conscienciais.

Esquema das Personalidades Ressonantes:

Personalidades-ressonantes-02Algumas pessoas, ao questionarem o fenômeno da reencarnação, as vidas passadas e as compararem com a história cronológica das civilizações do orbe terráqueo, fazem cálculos empíricos, que realmente chegam à provável conclusão de que não é possível que todas as vidas no corpo de algumas pessoas tenha sido apenas neste planeta. Mas a questão é podemos ter tido vidas físicas tanto em outros planetas quanto em outros multiversos físicos, e nenhum cálculo nosso irá bater, mesmo que empiricamente.

Alguns podem ter vindo de civilizações remotas, como Atlântida e Lemúria, alguns de outros planetas desta mesma dimensão (ou, de forma mais técnica, desta mesma densidade) e ainda de outros multiversos físicos.

É preciso cautela, uma vez que, por meio da visão macroexistencial, podem ser computadas encarnações de outras eras, de civilizações antigas ou de outros multiversos, contextos em relação aos quais nossos níveis de consciência e qualidade das telas etéricas (erroneamente telas búdicas) não possuem competência nem autoridade para captar.

Pelas Leis de Consciência, Evolução e Energia acessamos nossa vizinhança física, energética e temporal em multidimensões (multidensidades) próximas (Leis dos Semelhantes). Por isso é improvável uma pessoa do nosso patamar evolutivo ter acesso direto e consciente a espíritos elevados situados em outros sistemas planetários com a mesma facilidade com que se interage com o amparador pessoal. Ninguém pode curar o nosso carma negativo: cabe a nós dissolver nossos grilhões cármicos, exercitando o autoconhecimento, o autoenfrentamento e assistência ao próximo de modo desinteressado e responsável.

Os grupos de Apometria, ao se debruçarem sobre questões tão complexas, precisam se cercar de maturidade, cautela e, principalmente, muita humildade e modéstia sincera, porque muitos de nós, ao longo da nossa caminhada plurissecular, já decaímos por causa do orgulho, da vaidade e da arrogância. Hoje estamos aqui para nos redimir de nós mesmos e escrever um novo capítulo na história do nosso percurso evolutivo, com mais serenidade e moderação e maior abertura em nossas almas para a afetividade, o acolhimento e a caridade.

Eu sou Dalton Campos Roque e exerço mediunidade intuitiva na área do

[1] No processo de holografia com os raios laser a montarem imagens em 3D, cada ponto luminoso que constitui a imagem é absolutamente igual ao conjunto global da imagem.

Se você acha que este texto pode auxiliar alguém espiritualmente compartilhe e divulgue, obrigado!

Ah, deixe seu comentário, isso pode me ajudar a criar outros conteúdos.
E vote nas estrelinhas bem ao fim.

O que você achou?

Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

Deixe um comentário

Comentário (requerido)

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Nome (requerido)
E-mail (requerido)