O QUE É TRANSE ANÍMICO, MEDIUNIDADE E INCORPORAÇÃO

O QUE É TRANSE ANÍMICO, MEDIUNIDADE E INCORPORAÇÃO
  1. O que é transe anímico?

 

É um transe verdadeiro (consciente ou inconsciente, mas sem fraude) em que o médium, manifesta algo de si mesmo. Algumas escolas chamam este fenômeno de incorporação de ego. Pode ser a personalidade de uma vida do passado. Muitas mensagens que nos chegam como mediúnicas na verdade são transe anímico. Se o conteúdo das mensagens veiculadas for sadio, pouco importa sua origem ou quem as criou.

 

  1. Como funciona a mediunidade e a incorporação?

 

A mediunidade é a capacidade do percipiente de deslocar (descoincidência) com facilidade o corpo astral (psicossoma) alguns centímetros na parte superior do corpo, devido a sua fluidez bioenergética e favorecer algum processo de comunicação espiritual.

 

A cabeça astral (ou paracabeça) se descoincide ligeiramente para o lado. Este indivíduo possuirá necessariamente bioenergias (fluidas) bem soltas. Algumas literaturas descrevem erroneamente que este deslocamento ou coincidência é do duplo etérico (corpo bioenergético) o que não é verdade, a descoincidência é do psicossoma mesmo. O que ocorre é que com a descoincidência do psicossoma há uma ampliação do duplo etérico, mas não um deslocamento no sentido exato, restrito e espacial deste.

 

A incorporação é apenas um dentre muitos tipos de mediunidade, mas a maioria das pessoas imagina que os espíritos que incorporam nos médiuns entram (permeiam) seus corpos fisicamente, o que está errado. O espírito comunicante efetua um acoplamento áurico intenso, ou seja, ele funde a aura do corpo astral dele (do espírito) com a aura do médium (energossoma, holochacra ou duplo etérico).

 

Há médiuns que saem do corpo durante a incorporação e entram em transe. Podem estar próximos ou irem a locais distantes durante este processo.

 

  1. Pode um projetor (projeção astral) incorporar em um médium?

Um projetor é alguém que saiu do corpo durante um período de sono e projetou seu corpo astral (psicossoma).

Um projetor pode sim, após se desprender de seu corpo ir a um local onde exista algum médium e incorporar nele caso haja alguma afinidade espiritual. Quem é clarividente vê o evento e pensa que o médium incorporado está com um espírito acoplado, mas na verdade poderá estar acoplado a um projetor fora do corpo. Isto propicia o que chamo de “passe a três” (passe gradativo).

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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