O QUE É CORDÃO DE PRATA E CORDÃO DE OURO

O QUE É CORDÃO DE PRATA E CORDÃO DE OURO

O cordão de prata é um termo que se refere à conexão (ligação) bioenergética dos dois corpos mais básicos do ser humano: o corpo físico e o corpo astral.

Pode ser também chamado de cordão astral, cordão fluídico, cabo astral, cordão de luz, laço vital, fio de prata, cordão perispirítico, teia de prata, cordão luminoso, cordão vital, cordão energético, laço aeriforme, etc. Como ele é energético não há perigo de se romper numa projeção (experiência fora do corpo), e possui extensibilidade infinita, ou seja, pode se “esticar” a distâncias inimagináveis. É chamado de cordão prata devido a sua cor prateada. É citado claramente na Bíblia em Eclesiastes Capítulo 12, Versículo 6.

O cordão de ouro também é uma conexão bioenergética entre o corpo astral e o corpo mental. Como ele é muito sutil, não chega a ser visível, então esta denominação é alegórica.

Quanto ao termo cordão de cobre, se refere ao cordão de prata dentro dos limites da psicosfera (4 metros de distância do cardiochacra). O cordão de prata sofre mudança de várias cores, conforme densidade do projetor, seu lastro de energias no momento e conforme local observado do cordão, seja mais para perto do corpo físico ou mais perto do psicossoma (corpo astral). Quanto mais próximo ao corpo físico mais carregado das cores vermelho e laranja (cor de cobre), e quanto mais distante do corpo mais carregado das cores azul, verde, branco, prateado e violeta.

 

 

É fácil ver o cordão de prata?

Não! A maioria dos projetores não o viu. Há um paradoxo aqui. Para ver o cordão de prata ele precisa estar lastreado. O local onde ele está lastreado, conforme revelamos anteriormente, é próximo ao corpo físico, ou seja, dentro da psicosfera. É justamente dentro da psicosfera que a lucidez é mínima, dificultando a percepção do cordão de prata pelo projetor. Quando o projetor está mais distante do corpo, menos lastreado, mais lúcido, poderia observar com consciência e lucidez o cordão de prata, que por sua vez está muito sutil e difícil de ser visto.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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