RECADO AOS AMIGOS SENSITIVOS CRÍTICOS

RECADO AOS AMIGOS SENSITIVOS CRÍTICOS

Pequeno recado aos amigos sensitivos próximos

 

Sensitivo amigo,

 

Não julgue meus erros,

Sem antes entender a minha dor.

 

Não me condene,

Sem antes entender as lições que preciso passar.

 

Não me descarte,

Sem antes entender as vivências que preciso aprender.

 

Ninguém me julgará mais do que eu mesmo,

Ninguém me condenará mais que minha própria consciência.

 

Quem trilha os caminhos da espiritualidade procurando a luz como nós; têm o direito de tentar, errar e de acertar.

 

Eu não tenho ouvido, visto e captado seus elogios e seu incentivo que tanto necessito,

Não tenho ouvido e visto suas críticas por não serem exteriorizadas,

Mas tenho captado seus julgamentos condenatórios,

Afinal também sou um sensitivo.

 

E também não manifesto minhas percepções sobre os amigos qual você não as manifesta sobre mim.

 

Somos livros abertos uns para os outros,

Mão dupla sensitiva, nas mesmas condições de julgamentos e auxílio a que podemos optar entre nós.

 

Assim optei pela compreensão e o perdão ao invés do julgamento.

 

O que você achou?

Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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