O CÉU É DE VERDADE – EQM DE CASO REAL

O CÉU É DE VERDADE – EQM DE CASO REAL

O CÉU É DE VERDADE – vida após a morte – drama de inspiração cristã.

Baseado na história real de um pastor, cujo filho de quatro anos de idade chamado Colton, quase morreu durante uma operação de apêndice de emergência.

Todd Burpo (Greg Kinnear) é o pastor dedicado e de fé numa igreja em Nebraska – EUA, que conta com uma congregação bastante participativa, motivada e fiel. Todd casado com Sonja (Kelly Reilly), enfrenta uma situação complicada quando seu filho, Colton (Connor Corum), precisa ser operado às pressas, devido a uma apendicite.

Após se recuperar, o garoto diz ao pai que “anjos” (na verdade espíritos) vieram cantar para ele durante a operação. Todd fica balançado e pergunta mais sobre a experiência e fica espantado quando Colton lhe diz que viu situações que ocorreram quando o garoto não estava desperto, ou seja, teve uma experiência lúcida fora do corpo.

Convicto de que o filho visitou o paraíso, e saem a menor noção sobre a realidade da projeção astral, Todd passa a questionar sua própria fé naquilo que pregava até então.
Normalmente, se tivesse acontecido com filho de outros, Todd não acreditaria, só ficou balançado porque era seu filho, assim começa a questionar os dogmas da religião que professava com tanta fé e espontaneidade.

Quando estava na mesa de operação, Colton diz que deixou seu corpo, viu seus pais em outros pontos do hospital e foi levado ao céu (plano astral ou dimensão extrafísica),  identificado por suas crenças como paraíso cristão, por Jesus. Conheceu sua irmã que morreu antes de nascer, conversou com seu bisavô, teve um vislumbre da vida do outro lado e voltou para contar a história:

“O Céu é como a Terra, todo mundo trabalha, todo mundo tem uma função.

Só que tudo lá é mais bonito.”

A história de Colton, narrada em fragmentos para seus pais, o pastor Todd e sua mulher, Sonja, causou problemas em sua comunidade, a pequena Imperial, no estado de Nebraska. Muitos tomaram por alucinações na mesa de cirurgia. Outros, pela vívida imaginação de uma criança de 4 anos. “Eu mesmo duvidei de minha própria fé”, confessa Todd. “Mas ele contou coisas que ninguém sabia, descreveu pessoas e situações com uma riqueza de detalhes que ele não poderia inventar.”

Data de lançamento 3 de julho de 2014 (1h 40min)
Direção: Randall Wallace
Elenco: Kelly Reilly, Greg Kinnear, Connor Corum mais
Gênero: Drama
Nacionalidade: EUA

Trailer legendado:

Filme completo em péssima qualidade:

 

 

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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