SEDUÇÃO

SEDUÇÃO

Montanhas sinuosas
Vênus de mulher
Curvas tão gostosas
Uma sedução qualquer.

Um caminho bom
Doce sedução
Com suave som
Derrete o coração.

Corpo de mulher
Curvas violão
É o bem que o homem quer
A preço de trovão.

Lábios tão carnudos
Olhos sensuais
Desmancha quase tudo
Teu corpo quero mais.

Quero te abraçar
Parecermos quase um só
Me faça ofegar
De mim não tenha dó.

Vem suar comigo
Até rolar no chão
Te envolvo como amigo
Mentira, é só tesão.

Sentir seu corpo quente
Formas tão gostosas
Entranhas tão ardentes
E curvas sinuosas.

Amor e umidade
Só suando juntos
Prazer que é só verdade
Gemendo como mudos.

Vem me seduzir
Vem me fazer gozar
Depois quero sorrir
Em teus ouvidos sussurrar.

Adormecermos juntos
Perdermos o pudor
Acordamos juntos
É o verdadeiro amor!

Dalton – 17/07/2003, Curitiba.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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