FADA DOS MEUS SONHOS

FADA DOS MEUS SONHOS

Você iluminou a noite dos meus sonhos

Das melancolias de uma vida fiz-me um homem produtivo

Desprendido da carreira mergulhei na poesia

Poesia esta multifacetada:

 

Poesia do amor

Poesia da espiritualidade

Poesia da literatura

Poesia da criatividade

Poesia do dharma[1]

Poesia do conhecimento com alma

 

Encorajei-me e dispus-me a sentir

E naquele peito outrora frio eu sentia um coração

E a vida em plenitude se fez através de seu abraço

E seus dois holofotes estelares…, seus olhos

Seu horizonte alvo…, seu sorriso

Sua aurora boreal…, sua aura

Inundaram-me com seu amor oceânico

 

E minhas lágrimas rompiam a barreira do granito

E seu amor derretia concreto e aço psíquicos de um homem turvo

Que se dissolvia com o perfume de seu ser

 

E nos braços da Fada de Meus Sonhos

No arco-íris da poesia consciencial

Eu emergia das cinzas e do pó qual a Fênix

Para volitar no cosmos do coração de Deus ao teu lado

 

Eu, agora sutil podia ver as auras dos Devas

E evocar e ver os elementais e bailar com as árvores

E cantar com os pássaros

Sentir o outono nos meus ombros

E a primavera eterna de nossa união sutil

 

Eu desejava uma vela, achei um farol

Eu desejava um perfume, achei a brisa de um jardim

Eu desejava um dia de sol, achei um verão

Eu desejava uma flor, encontrei a primavera

Eu desejava apenas sobreviver, achei a minha vida

 

Eu desejava razão, achei motivação

Eu desejava uma mulher, achei um amor

Eu desejava uma aldeã, achei uma princesa

Eu desejava uma companheira, achei uma deusa

Eu desejava uma vida, encontrei cumplicidade,

 

A Fada de Meus Sonhos,

Os Devas de meus jardins

E o perfume motivador de viver de cada manhã

 

Rogo a Deus por ti, sem o fútil egoísmo dos homens

Rogo a Deus pela humanidade, que Seu amor os mergulhe na paz

Que só os corações autorealizados conseguem conceber

 

Não sei se os anjos sonham,

Mas se não sonham, eu não quero ser um deles,

Pois minha vida é um sonho

 

Ela é uma fada dos céus divinos;

E eu um gnomo dos bosques verdes;

E ela me leva para passear em sua alma brilhante

Envolvo-me no lago de seu amor e mergulho nas cataratas de sua paixão.

Ela é Andréa e eu sou Dalton mergulhados na humanidade de nossas vidas.

[1] Missão espiritual de vida.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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