ESCALADA CONSCIENCIAL

ESCALADA CONSCIENCIAL

Vida que te quero vida;
Retorno sim, só pensando na ida.
Aqui é o efêmero, lá minha preferida;
Vim, porque quero ir;
Voltei, pois eu tinha que vir;

 

E hoje eu estou aqui;
Aqui sim, mas pensando lá;
Tentando transcender o tempo;
Viajo em meus pensamentos;
Consciencialmente seguindo a contento;
Vivendo neste universo denso;
As lágrimas molham o meu lenço.

 

Meu corpo habita o mundo;
Parte limpo, parte imundo;
Não importa, escolho caminhos;
Eram tantos cantos, tantos ninhos;
Vislumbrei a serra, uma subida estreita;
Mais sei que o amor não erra e o bem me espreita;

 

Parti sozinho, comecei a escalada;
Mas uma bela mulher se fez de mim enamorada;
Me ofereceu as mãos e o ombro amigo;
Já não estou só, não temo o perigo.

 

Ficou doce a subida;
Às vezes paramos para descansar;
Pensando na ida, só olhando o mar;
Logo retomaremos a caminhada;
Deserto embaixo dos pés e o oásis n’alma;
Sempre caminhando nesta estrada calma.
 

 

 

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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