QUE – MAS

QUE – MAS

Que os erros não virem culpas

Mas que as retificações sejam vitórias

 

Que os desvios não se transformem em medos

Mas que os retornos sejam novas esperanças

 

Que os arrependimentos não virem lamúrias

Mas se transformem na atitude que modifica

 

Que o julgamento alheio não nos traga fardo

Mas nos leve à busca do autoconhecimento

 

Que a dor não nos traga sofrimento

Mas nos leve à reflexão da justiça universal

 

Que a tristeza não nos leve à depressão

Mas nos leve à valorização da alegria e bom humor

 

Que a extroversão não nos leve ao sarcasmo

Mas à lealdade, ao fazermos amigos

 

Que a intelectualidade não nos leve ao cinismo e à ironia

Mas à paciência de entender a limitação alheia

 

Que a humildade não nos torne submissos

Mas traga a postura de integridade para discordar com modéstia

 

Que a vaidade não nos leve à arrogância

Mas a perdoar e a compreender a vaidade alheia

 

Que o orgulho não nos leve à humilhação

Mas a aprender a perdoar a si mesmo, para poder perdoar aos outros

 

Que a antipatia não nos leve a inimizades

Mas à autocrítica de saber que nós também somos antipáticos

 

Que nossa humanidade não nos leve a fazer comparações

Mas também a valorizar o trabalho alheio

 

Que nossa assertividade não nos leve à agressão verbal

Mas nos conduza à franqueza educada e consciente

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e também em Educação em Valores Humanos. - Não sou pesquisador da consciência, nem de religiões ou afins, sou apenas um escritor intuído e poeta ingênuo e romântico, médium intuitivo e inspirado, anímico e mediúnico. - Não sou entendido e nem autoridade em nenhum assunto, nem evoluído ou melhor que ninguém, até pelo contrário. - Este site é apenas uma modesta tarefa de redenção consciencial e mais nada, serve para dar vazão o que me surge na mente e que "vaza" pelo coração. Aqui estão "esculpidos" todos os meus defeitos e limitações , sem mais aparências, enfeites ou rótulos, não sou nada e nem sei de nada. Sou o "Tio Dalton" de forma irreverente, bem humorado e brincalhão. Curto rock progressivo, rock pesado, música new age e músicas mais espirituais em geral, adoro filmes de ficção científica e ação, curto eletrônica, áudio, física e matemática, tomo muito café, como carne, estou negligente na leitura e na meditação além de muito preguiçoso. Sou simples, irreverente, caipira e "sinto muitas saudades do meu planeta". MEU SONHO É UNIR AS PESSOAS NUM ÚNICO PROPÓSITO DE EVOLUÇÃO CONSCIENCIAL e a transcender as vaidades pessoais e egoísmos materiais; (utopia factível se não fosse a "babaquice" das pessoas). - "Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso". ------------- DEIXE UM COMENTÁRIO EDUCADO, ELEGANTE E BEM ESCRITO, MOTIVE-NOS!! Não abuse, os comentários são moderados.

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