QUE – MAS

QUE – MAS

Que os erros não virem culpas

Mas que as retificações sejam vitórias

 

Que os desvios não se transformem em medos

Mas que os retornos sejam novas esperanças

 

Que os arrependimentos não virem lamúrias

Mas se transformem na atitude que modifica

 

Que o julgamento alheio não nos traga fardo

Mas nos leve à busca do autoconhecimento

 

Que a dor não nos traga sofrimento

Mas nos leve à reflexão da justiça universal

 

Que a tristeza não nos leve à depressão

Mas nos leve à valorização da alegria e bom humor

 

Que a extroversão não nos leve ao sarcasmo

Mas à lealdade, ao fazermos amigos

 

Que a intelectualidade não nos leve ao cinismo e à ironia

Mas à paciência de entender a limitação alheia

 

Que a humildade não nos torne submissos

Mas traga a postura de integridade para discordar com modéstia

 

Que a vaidade não nos leve à arrogância

Mas a perdoar e a compreender a vaidade alheia

 

Que o orgulho não nos leve à humilhação

Mas a aprender a perdoar a si mesmo, para poder perdoar aos outros

 

Que a antipatia não nos leve a inimizades

Mas à autocrítica de saber que nós também somos antipáticos

 

Que nossa humanidade não nos leve a fazer comparações

Mas também a valorizar o trabalho alheio

 

Que nossa assertividade não nos leve à agressão verbal

Mas nos conduza à franqueza educada e consciente

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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