OLHE NOS MEUS OLHOS

OLHE NOS MEUS OLHOS

Irmão de jornada, Talvez você não quisesse estar aqui.
Talvez não quisesse se encontrar comigo.
Eu não sei de muita coisa.
Não sei se deveria estar aqui e nem se estou sendo correto,
Mas antes de julgar meus erros, olhe nos meus olhos.
Olhe nos meus olhos e esqueça de meu rosto.
Olhe em meu coração e esqueça de meu corpo.

Olhe os meus fardos escondidos através das serras da consciência.
Olhe nos meus olhos e sinta o brilho de minha alma,
Um brilho de trevas que busca a luz,
Um brilho de ignorância que busca a sabedoria
Um brilho de dor que busca a paz interior.

Não me julgues meu irmão,
Antes de olhar dentro de TEUS próprios olhos.
Se defronte diante de um espelho e fite seus espelhos d’alma.
Sinta quem você é e o que deseja.

A vida é como um salto de pára-quedas em que não se pode desistir no meio do caminho.
Quem corta as cordas chega antes ao solo, com uma dor muito mais profunda.
Sua queda é sua jornada.
Minha queda é minha jornada.

No fundo todos querem a paz e a felicidade e eu e você também.
Às vezes tentamos acertar pelo caminho do erro e da dor.
Temos o direito a nossa própria ignorância.
Às vezes geramos dor em outrem quando julgamos antes de ter a coragem de olhar dentro de  seus olhos.

Quando não olhamos nos olhos as pessoas são apenas números, objetos, apenas mais um.
Mas quando se fita os olhos, se encontra uma alma e se abraça um coração.
Não se julgue e não se culpe…

No dia de ontem você não me olhou nos olhos,
Me julgou e me apontou seu dedo e me cortou com chicote de sua língua.
Eu também o fiz muitas vezes.
Mas isso não importa agora.

O passado passou, o futuro virá e vivemos no eterno presente.
Que tenhamos a coragem de olhar dentro de nossos olhos…
Que tenhamos a coragem de nos abraçar e chorar nos pedindo perdão.
Que as lágrimas de nossos rostos colados lave nossas almas no perdão da paz íntima que
gera evolução e nos lança no sutil…

No amor sutil invisível e sem forma, que gera e governa a vida.
Que os cortes do passado cicatrizem gerando o trabalho que transforma o mundo no autodharma da autotransformação.
Que a paz do Eterno perene banhe nossas almas gerando brilho em nossos olhos.
Que o brilho de nossos olhos não seja nada…

A não ser o reflexo profundo de um brilho maior que vem de dentro de nossos corações.

***

Ofereço este texto a grandes seres humanos que pela lei dos semelhantes se parecem comigo.
Pessoas estas que tiveram ou terão atritos comigo.
Quando se tenta enxergar o sutil, somem as diferenças e os dharmas se interpenetram convergindo para o Um.

Ninguém detém mais amor que o outro.
Só existe Um Amor.
O único Amor que conheço converge para o Absoluto.
Somos todos Um na diversidade das diferenças das formas convergindo para o Um da Não-forma.

Vejo vocês por aí…

Encontrarei vocês fora do corpo,
Encontrarei vocês nas listas da internet,
Encontrarei vocês nos eventos,
Encontrarei vocês nos meus pensamentos,
Encontrarei vocês após desencarnar,

E todos estes locais e circunstâncias são apenas ferramentas, apenas caminhos que convergem para o UM.

Recebam meu texto com carinho.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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