NENHUM É TÃO MAL, NENHUM É TÃO BOM

NENHUM É TÃO MAL, NENHUM É TÃO BOM

Nenhuma terra é tão fria, quanto a frieza dos corações que nela habitam.

Nenhum relacionamento é tão distante, quanto a distância das pessoas que têm medo do afeto.

 

Nenhum conviver é tão duro, quanto a dureza das almas egoístas que possuem medo da convivência.

Nenhum lugar é tão feio, quanto a feiúra da arrogância e do orgulho, mesmo habitando uma cidade bela.

 

Nenhum silêncio é tão desagradável, quanto a falta de diálogo nas famílias e empresas.

Nenhuma dor é mais doída do que aquele que a sente, seja em que grau e situação for.

 

Nenhuma solidão é mais só, que conviver no meio da multidão sem ter alguém para lhe ouvir.

Nenhuma expectativa é tão ruim, quanto a certeza de jamais possuir perspectiva de ter uma vida digna e sem humilhação.

 

Nenhuma frustração é pior que a de possuir dinheiro e não poder comprar a felicidade.

Nenhuma inveja é pior que desejar a competência e os méritos dos outros por não possuir confiança em si.

 

Nenhuma felicidade é melhor que a de poder realizar a felicidade de outros.

Nenhum prazer é melhor que o êxtase do coração, da expansão da consciência e da consciência tranquila.

 

Nenhuma paz é melhor que a paz íntima advinda da harmonia dos próprios pensamentos.

Nenhuma liberdade é melhor que a liberdade de expressão e de pensamento.

 

Nenhum valor é mais digno que o perdão, o arrependimento, a humildade e a vontade de aprender e melhorar em todos os sentidos.

Curitiba, 2005.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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