NAS PRAIAS DA VIDA

NAS PRAIAS DA VIDA

Quando as águas claras jorrarem de sua mente;

Quando seu coração conseguir sentir o perfume das flores;

Quando seus olhos vislumbrarem a luz atrás das nuvens;

Quando o vento se transformar em brisa em su’alma;

Quando os cheiros soprarem em forma de perfume…

 

Você levitará em paz dentro de si mesma;

Você viverá no exterior sem recusar o interior,

Sem medo, com amor e com coragem.

A vida segue igual para todos, o que conta é o prisma de viver, a ótica de experimentar e o ângulo de sentir.

 

Quando os olhos não temerem mais os sorrisos,

Os ombros não temerem mais as mãos,

Os rostos não temerem mais as lágrimas da verdade,

A vida será suave em todos os corações.

 

Dalton Roque – 07/06/2005 – Curitiba – PR – Unibem, na reunião Pathwork com a querida professora Samira. Na verdade, a intuição que me veio (que pode até estar errada), é que o amparador (guia) de Samira, passou para o meu amparador que passou esta mensagem para mim. Escrevi de relance no fim da meditação conduzida na presença de Samira, Walkíria, Dona Neida, Soninha, Dona Mercita e um casal de amigos que não me lembro o nome. Posso até estar errado, mas foi muito bom!

 

 

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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