CHEGA DE CONHECIMENTO

CHEGA DE CONHECIMENTO

Quero partilhar momentos;
Dividir sorrisos;
Comungar intentos;
Encontrar amigos.

Quero expandir amor;
Rejeitar perigos;
Evitar a dor;
Construir abrigos.

Chega de conhecimento!

Quero acreditar em mim e poder fazer.
Quero crer no mundo e viver prazer.
Quero pensar na paz e dela ser capaz.
Quero viver, quero amar, quero correr…

Fora do corpo voar, volitar, conhecer e trabalhar…
Desvendar dimensões, descobrir campeões e vivenciar…
Encarar mistérios, elaborar provérbios, elevar critérios,
Sempre conhecer.

Quero servir amando e amar servindo.
Quero aprender ensinando e ensinar aprendendo,
Quero servir aprendendo, ensinando e ser feliz.
Chega de Conhecimento!

Desejo me colocar aos pés do Cosmos e me dispor em súplicas:
“Venha, leve-me …”
“Coloco-me humildemente a seus pés…”
“Que a justiça seja feita e a verdade, inolvidável…”
“Que o amor seja incomensurável”.

Chega de conhecimento!

Coloco-me no lugar mais justo, simples, efetivo e verdadeiro;
Coloco-me no lugar que for preciso despojadamente.
Quero ser o que sou, nada mais, nada menos e me enquadrar justamente no fluxo natural do processo cósmico.

Chega de conhecimento!
Desejo sabedoria!

Mesmo que eu tenha que descer aos “abismos” da humildade;
Mesmo que eu tenha que ser “violentado” pela verdade;
Mesmo que seja necessário verter lágrimas amargas de autoconhecimento;
Mesmo que seja obrigado a explodir “rochas” de meu coração.

Para que eu possa subir as montanhas da felicidade;
Para que eu possa percorrer os campos da assistencialidade;
Para que eu possa voar nas pradarias do seio da divindade.

Então declaro:
Chega de conhecimento, desejo sabedoria!

De nada vale a técnica sem coração.
De nada vale o parapsiquismo sem consciencialidade.
De nada vale a projeção astral sem assistencialidade.

— ATENÇÃO —

Ninguém está dizendo ou quer dizer que não se deve estudar ou adquirir conhecimento de todas as formas!

Apenas advirto que o conhecer é apenas uma ferramenta evolutiva que se mal utilizado apenas atrapalha a evolução do ser.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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