A LUCIDEZ DA DOR

A LUCIDEZ DA DOR

 

Através de minha dor, avalio meus atos presentes e passados,

Assim, com serenidade e na dor eu vejo…

 

Sim, eu vejo a perfeição e a harmonia do universo,

Vejo os desmandos humanos nos meus próprios desmandos,

Vejo as causas e as consequências e porventura, a dor…

 

Sinto a dor do mundo em minha dor,

Compreendo os erros do mundo em meus erros.

 

Assim, esperando consolo, compreensão e perdão, eu também perdoo o mundo.

Então também entendo, e não julgo mais o mundo.

Afinal o ego alheio lembra minha dor e espelha meu ego.

 

Assim vejo o mundo em mim e eu projetado no mundo.

Vejo meu ego e o ego do mundo,

Mas somente se eu compreender profunda e espiritualmente o mundo,

Vou perceber uma consciência divina eterna, imortal imperecível que consola meus fracassos existenciais multimilenares,

E dessa froma, nessa dor de meus erros, eu aprendo a compreender o mundo, as pessoas, a sociedade…

 

Assim, bem ou mal, vou aprendendo a me conhecer e a me compreender.

E ao ver as misérias conscienciais do mundo – onde me incluo – vejo a essência divina reinando de forma magna, observador, serena e imperecível.

Ao fundo o Absoluto, o Tao, o Eterno…

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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