TÉCNICAS E PRÁTICAS DE MEDITAÇÃO

TÉCNICAS E PRÁTICAS DE MEDITAÇÃO

Cada técnica destas reúne vários tipos de meditação de várias culturas, religiões, filosofias e sistemas diferentes, portanto não são TIPOS, mas TÉCNICAS que se adequam ao contexto de quem as utiliza.

 

Respiração + mantra foca a atenção na respiração e na repetição de mantras. Busca o foco no presente, no aqui-agora e procura se desligar dos desejos ou apegos humanos. A meditação budista utiliza esta técnica. A técnica respiratória pode ser utilizada sem o mantra e o mantra pode ser utilizado sem a técnica respiratória (menos eficiente), mas são todas válidas.

 

O vazio – a mente não deve se concentrar em nada e procurar a vacuidade é a meditação do não-pensamento. A meditação Zazen vinda do budismo de tradição japonesa utiliza esta técnica.

 

Transcendental – não relacionada a religiões ou doutrinas. Requer o mesmo esforço que as outras embora digam o contrário. É um método de controle mental ou concentração sutil.

 

Iogue contemporânea – técnicas relacionadas às tradições da Ioga “atualizadas” por gurus como Rajneesh e Deepak Chopra, entre outros. Trabalham com mantras e posturas (ásanas) variadas.

 

Iogue antiga – são as originais, as milenares e que deram origem a todas as outras. Utilizada pela Ioga tradicional com posturas, mantras, mudrás, pranayamas e também algumas formas de movimento.

 

Religiosa – é praticada com o foco na ideia espiritual – seja qual for – utiliza a repetição intensa de orações, versículos ou trechos de livros ou sutras sagrados.

 

Dinâmica – é praticada com alguma forma de movimento prestando-se atenção sutil na respiração e numa consciência sereno-alerta de cada milímetro do movimento em si, seja ele qual for. Pode ser dançando, caminhando, algum exercício específico como Tai Chi Chuan[1], a dança dos Dervixes[2] em grupo, etc. O guru Bhagwan Shree Rajneesh[3] também ensinou técnicas de meditação em movimento.

 

Imaginada – este tipo cria cenários mentais, ambientes com circunstâncias diversas – um pôr do sol, uma montanha, um oceano, uma cachoeira, etc – de forma a obter um estado alterado de consciência.

 

Outras – devem existir outros tipos de meditação. A criativa mente e necessidade humana é complexa e foge do contexto de um simples livro. Portanto, qualquer outro no momento será irrelevante

[1] <http://pt.wikipedia.org/wiki/Tai_Chi_Chuan>

[2] <http://pt.wikipedia.org/wiki/Dervixe>

[3] <http://pt.wikipedia.org/wiki/Rajneesh>

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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