O QUE SÃO PRÁTICAS BIOENERGÉTICAS OU BIOCONSCIENCIAIS

O QUE SÃO PRÁTICAS BIOENERGÉTICAS OU BIOCONSCIENCIAIS

Até bem poucos anos atrás, meditação e bioenergias (energias bioconscienciais) eram tidas como assuntos e ocupações de místicos, pelos céticos que tinham “discernimento”. Após vinte e cinco anos ou mais que a meditação veio do Oriente para o Ocidente, diversas pesquisas científicas sérias e convencionais comprovaram repetida e cansativamente os benefícios da prática meditativa oriental, cujos efeitos transcendem o mero misticismo e devoções religiosas. O mesmo aconteceu com as energias bioconscienciais. No início era comum ouvimos deboches pelos céticos “conscientes” e “lúcidos”: “As energias não estão boas.”

 

Atualmente (ano-base: 2015), a acupuntura, os pontos bioenergéticos e os nádis são reconhecidos pela Medicina ocidental de vanguarda e pela Medicina oriental milenar. Esses pontos chamam-se chacras (chakra, se preferir) e são utilizados não somente pela acupuntura, mas por vários tipos de massagens, cujos benefícios são inegáveis e comprovados.

 

Os chineses já sabiam disso milhares de anos atrás e os hinduístas também, mas no Ocidente tudo tem de ser comprovado cientificamente. O cientista japonês Masaru Emoto, utilizando fotos dos cristais de água, deu uma nova perspectiva quanto a real influência da energia humana.

 

A literatura diverge quanto ao número de chacras (pontos energéticos) no corpo humano. Alguns dizem 88.000, outros 75.000 ou 250.000, acreditamos que haja um chacra para cada poro do corpo.

Sabemos com certeza que existem sete chacras maiores e principais. Segundo o famoso psicólogo Carl Gustav Jung, não são apenas chacras, mas centros de consciência. As pessoas mais densas, rudes e animalizadas possuem a consciência focada nos centros inferiores. As mais espiritualizadas e sutis, nos centros superiores, mas a “consciência[1]” em si é sempre distribuída em todos os centros. Quanto mais espiritualizado o indivíduo, mais consciência tem de seus chacras e sabe utilizá-los com desenvoltura e sabedoria, apesar de algumas ressalvas dentro desta ideia[2].

 

Diversas escolas e linhas de pensamento falam sobre experiências fora do corpo, corpos sutis, cordão de prata, amparadores, mentores, magos negros e chacras, mas muito poucas ensinam o estudante a trabalhar e desenvolver os seus chacras de forma sadia e independente.

 

Pensando nisto estamos desenvolvendo uma série de obras sadias para conscientizar as pessoas acerca das bioenergias, karmas e dharmas. As pessoas possuem imensa dificuldade de visualizar e de se concentrar no que não veem. Por isso, as imagens ajudam bastante o interessado a estudar e a mentalizar. Assim fomos espiritualmente orientados utilizando nossos conhecimentos de informática e computação gráfica a criarmos CDs de práticas bioenergéticas em forma audiovisual.

[1] Consciência não é algo material, mas também não é energia, a rigor não sabemos o que é e onde se encontra, então optamos por neste ponto exato escrever entre aspas.

[2] As ressalvas se referem ao amor, ou seja, nenhuma técnica é superior ao amor.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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