MÃE DIVINA – RECADO AS MULHERES DO MUNDO

MÃE DIVINA – RECADO AS MULHERES DO MUNDO

Quando nos referimos a “Mãe Divina” desejamos reverenciar aos “ASPECTOS FEMININOS DE DEUS”. Portanto, não é uma “personalidade” ou entidade qualquer ou específica, é apenas o abrangente e profundo Deus Feminino. Pode ser representado parcialmente por alguma figura, entidade, personalidade, mestra, grupo ou egrégora, que possua as características femininas e divinas, sempre adjetivadas de amor, paciência, compaixão, afeto, ternura, carinho, típicas do feminino virtuoso.

Este texto é especial para mim. Tanto como o texto em que Ramatís se fez claro a primeira vez para mim em Barra Velha – SC, este é outro que igualmente me emocionou muito. Psicografado numa sexta-feira de finados de 2007 logo pela manhã. Eu fui para sala ouvir música, senti umas presenças espirituais de um grupo de mulheres chamado Servas de Maria trazendo a palavra da Mãe Divina. Foi um evento excepcionalmente maravilhoso para mim.

Enquanto as cenas, as imagens me passavam na mente, eu as escrevia em velocidade, tentando acompanhar e discorrer procurando as palavras corretas, mas sempre insuficientes para explicar a magnitude, a beleza, a sutilidade, o amor, a compaixão daquela egrégora. E também derramei muitas lágrimas de alegria e esplendor neste momento tão sutil que jamais esquecerei na vida.

Deste momento em diante desejei e desejo que um dia eu possa dedicar uma específica obra a egrégora da Mãe Divina.

O texto descreve, na primeira pessoa, um encontro espiritual meu com a “Mãe Divina”, mas no fim do texto, as palavras são Dela para o mundo, para todas as mulheres principalmente.

Para o título do texto eu quis integrar as culturas do Oriente e do Ocidente da Mãe Divina. Aqui no Ocidente é mais referida como Santa Maria e no Oriente como Mãe Divina, então juntei as duas expressões para ficar mais universalista.


Santa Maria mãe divina

Pelo médium Dalton Campos Roque – www.consciencial.org

Seu coração me tocou, seu coração eu senti, vi, ao fim de um longo túnel negro, um universo branco de paz eterna.

Seus olhos eu mirei, vi o Universo inteiro dentro deles.

Suas mãos eu beijei, senti uma humildade infinita e fluente, que não parecia eu.

Sua face alva eu admirei, senti o sorriso de seu amor despertando um amor dentro de mim que eu não conhecia e nem acreditava.

 

Sua pureza espiritual me invadiu e me permeou, com suavidade materna, por alguns momentos diluiu todo meu mal.

Seu véu branco se movimentava com a brisa e eu me aproximei de olhos baixos e nele enxuguei minhas lágrimas.

Sua voz me abençoou e com vergonha de ser o que sou, me sentindo impuro, eu não quis te abraçar.  Mas nem toda minha impureza resistiu a sua voz inigualável e te abracei.

 

Já em prantos emocionados só me acalmei com suas mãos celestiais em minha cabeça e minha nuca.

Abraçado por suas mãos e por sua aura eu me sentia um anjo feliz no colo de Deus.

Acolhido em Seu seio eu ouvia violinos que embalam a criação do universo.

Pétalas de rosas de todas as cores caíam em cima de nós brilhando e emanando luzes etéreas.

 

Até a grama sorria e agradecia abaixo e em volta de nós naquela relva.

O tempo parou na eternidade de um momento e meu egoísmo nunca mais quis sair dali.

Eu não precisava e não queria mais nada, pois estava acolhido no colo eterno e querido de minha mãe.

Até o sol sorria em seu brilho suave e não ofuscante, enquanto as nuvens claras eram levadas pelas brisas de Deus e dos Anjos.

 

Fadas, Anjos e Elementais flutuavam e brincavam de roda em volta de nós, com maior carinho e respeito.

Eu me sentia enlevado e inebriado como um anjo-bebê.

Quase pus o dedo na boca enquanto recordava de uma pureza espiritual que há muito não sentia.

Mas a Mãe Divina não estava apenas me consolando, me acolhendo e me amando.

 

Estávamos abraçados como mãe e filho queridos que se amam eternamente, quase sem nos movimentarmos.

Os Anjos cantavam ao som de violinos de Deus e sem nos movermos um centímetro, a Mãe me levou para um passeio dentro de seu coração.

Mergulhamos juntos e de mãos dadas com um voo volitivo não material, não espacial, mas consciencial.

 

Então ela começou a falar mentalmente com sua “voz” angélica e Divina:

 

Eu Sou o feminino.

Eu Sou todas as mulheres do mundo.

Eu Sou a virgem, a devassa, a casta, a beata e a comum.

Eu Sou a rica e a pobre, a intelectual e a rude.

 

Eu Sou a mãe negra que sofre abandonada nas favelas e guetos.

Eu Sou a mulher índia explorada por todas as sociedades e eras.

Eu Sou a madame rica e fútil que vive nas compras e fofocas.

Eu Sou a mulher valorosa e voluntária que serve abnegada e anônima no mundo.

 

Eu Sou a mulher ofendida, humilhada e estuprada, muitas vezes por seu próprio marido.

Eu Sou também a mulher feliz e equilibrada no seio do lar.

Eu Sou a mulher sadia e a mulher doente e renegada.

Eu Sou a menina e a velha.

 

Eu Sou a feia e a bela.

Eu Sou a mandona e a servil.

Eu Sou a Mãe do mundo e Mãe da humanidade.

Eu Sou sutil, yin, suave e maternal.

 

Eu Sou Mãe e te amo!

Eu amo toda a humanidade!

Eu Sou Deus na manifestação do feminino.

 

Diga ao mundo para quando olharem para qualquer mulher sintam primeiramente o respeito e depois a compaixão.

 

É a mulher que gera vida, que organiza e estrutura o lar e a família.

A mulher é o esteio e o ponto de equilíbrio.

Não importa quão “machos” e provedores sejam os homens.

Sem equilíbrio e sem respeito não há vida e nem felicidade.

 

Não se sintam sós, não se sintam abandonadas, vocês mulheres do mundo.

As que me procuram dentro de seus corações irão me encontrar.

Eu as consolarei.

Eu darei a força que precisarem.

 

Orem e meditem com fervor e concentração e Eu me manifestarei de forma sutil, invisível, mas contundente.

Seja você, seja digna, seja mulher!

E vá com Deus cumprir os seus desígnios.


Obrigada Mãe! É amor demais para mim!

Abraços de Paz, Amor e Luz,

 

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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