O QUE É KARMA

O QUE É KARMA

Karma ou carma, tanto faz, é princípio ou Lei Cósmica máxima que abrange todas as outras leis e consiste nos princípios multidimensionais, temporais e atemporais de ação e reação.

Livro O Karma e suas Leis - Ramatis

Livro O karma e suas Leis – Ramatis

É princípio motivador da evolução das consciências aplicando o método “dor corretiva ou recompensa”. Se aplica em todos os lugares (espaço), todos os tempos (temporalidade) e todas as dimensões (multidimensionalidade).

É método autoregulador, motivado e registrado pelas próprias consciências que o veiculam em seus registros akáshicos ou memória integral ou memória consciencial. Temos uma memória que não é física e não depende do cérebro ou neurônios, embora necessite destes para se manifestar nesta dimensão densa, mas mesmo despido do corpo de carne a possuímos em qualquer dimensão que nos despontarmos.

Esta memória tem o registro de todas nossas vivências em todas épocas e dimensões e tem e faz parte do registro do Todo ou memória do Cosmos ou até mesmo se preferir memória de Deus. Ela conhece todos os princípios e leis cósmicas e universais e sabe o que é certo ou errado e onde e quando acertamos ou erramos e quanto “devemos” para quitar em forma de aprendizado prático, sadio, corretor e consciencialmente didático.

Quem melhor para nos “anotar” que nossa própria consciência? Os erros e desvios e prejuízos espúrios ou acidentais a outros seres em qualquer reino (mineral, vegetal e animal) estão de forma justa, perfeita e ponderada levando-se em consideração todas as variáveis intervenientes entre os atenuantes e agravantes indescritíveis a um ser humano comum como “Juiz Cósmico”.

Tenho e temos que ter cuidado com a interpretação indevida de: “Juiz Cósmico”, “anotar” e “devemos” entre outras. Não há vingança, não há o que temer, não há julgamento e não há maldade. As leis são automáticas e autoreguladoras, e o princípio é impessoal, justo, perfeito e sem emocionalismos desequilibrados.

É uma das coisas mais complexas e avançadas de se interpretar em nosso nível evolutivo, mas funciona e já podemos até com certa facilidade abordar o básico: todo mal aplicado voltará em sentido contrário assim como todo o bem.

É um princípio meramente matemático.

Incentivamos o arrependimento e a vontade profunda, sincera, cirúrgica e visceral de melhorar-se e retificar o erro, sem alimentar autopunições e incentivo de consciência de culpa, algo totalmente patológico, negativo e anti-produtivo.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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