APOIO AO DHARMA ALHEIO

APOIO AO DHARMA ALHEIO

Dharma, missão de vida, missão espiritual de vida, programação existencial, proéxis, seu propósito existencial, missão de vida pessoal, entre vários outros termos e sinônimos significa uma ideia central de direcionamento de vida, de viver, de existir, as vezes um sentimento não tão claro, as vezes subjacente, algo que te atrai, que você gosta e tem um significado útil ao coletivo.

Para mim, toda missão de vida / missão da alma / dharma, tem um sentido de ir em direção a servir o coletivo, pode ser em forma de consolação, de esclarecimento (a minha vida e de Andréa estão aqui) ou em ambas misturadas (de certa forma e em gradações diferentes todas estão aqui).

As pessoas se perguntam muito:

  • Qual minha missão de vida?

  • Qual minha missão da alma?

  • Qual é o meu dharma?

  • Qual é a minha programação existencial?

  • Qual o sentido de minha vida?

  • Qual o objetivo de viver?

  • Qual o sentido de existir?

Tais missões não tem que estar inclusas em ideologias, filosofias, religiões ou grupos específicos, mas lidar com algo específico, que a pessoa ame e que sirva ao coletivo.

Então é disso que estou falando. Tenho mais artigos aqui no site sobre isto nesta categoria aqui: Carma, dharma e reencarnação – pesquise aqui dentro.

No momento desejo falar de outra coisa. A competição e a concorrência, assim como os julgamentos e condenações mesquinhas aumentaram muito no século XXI, principalmente com advento das redes sociais onde as pessoas procuram desesperadamente obter status através do número de amigos virtuais, admiradores, seguidores e até de cliques em seus sites, links e blogs (page view). É a era do ego.

A New Age psicodélica, mística, delirante e absurda, ganhou terreno, a web e o mundo, e cada um escreve o delírio místico que quiser por mais absurdo que pareça, mas o mundo é livre e tudo há um lado bom também. Onde a inquisição e a ignorância reprimiram nos feudos do passado é preciso explodir agora quando há liberdade, para aliviar tais energias no presente.

Estamos apenas pagando um pedágio bioenergético, cujo nós mesmos somos responsáveis, onde, claro, me incluo em tudo, e me encontro aqui neste trabalho em tarefa de redenção, apesar de não ter textos muito simpáticos, pois são muito questionadores, refutadores – depois dos erros de vidas passadas – atualmente comprometido com que entendo que seja o mais próximo da “verdade” de meu ponto de vista – claro, limitado também.

Eu falei de ego, de competição e concorrência, pois no meio disso tudo: New Age, web, Dharma e Missão de Vida, têm muita gente trabalhando, cada qual tentando fazer o melhor possível no momento. E nisto, há mais que divergências, há competições mesquinhas de Dharmas, de Missões da Alma, de Missões de Vida, entende?

E um critica e condena o outro sem considerar a Missão de Vida e da Alma dele, apenas pensando de forma egoísta na sua. Isto é de um egoísmo e falta de lucidez impressionante!

As vezes eu não gosto de uma certa pessoa, ela está fluindo bem na Missão de Vida / Missão da Alma dela (seja bem ou seja mais ou menos – não podemos julgar), mas eu sinto a OBRIGAÇÃO  de apoiá-la em seu Dharma, de incentivá-la, e inclusive, quando for pertinente, indicar pessoas, alunos e clientes para ela (que disse que em hipótese eu não gosto), pois estou mais preocupado e focado em AJUDAR AS PESSOAS.

Nós aqui priorizamos antes as pessoas, depois os dharmas de quem serve essas pessoas (bem ou mal) e depois vem nosso egos. Este é um ponto que temos racionalidade, lucidez, vontade e muita clareza. Nós apoiamos, incentivamos e indicamos qualquer Missão de Vida, qualquer Missão da Alma, qualquer Dharma, que esteja ajudando ou tentando ajudar as pessoas, pois NÃO TEMOS ESTA MESQUINHARIA absurda de competir e xcluir cegamente.

Fazemos isto, mesmo que no nível pessoal nós não gostemos da pessoa em questão, sabemos separar e inclusive indicamos a estes tarefeiros, alunos, clientes, quando achamos que tais pessoas possam obter mais êxito, sucesso e resultados no contato do conhecimento que essas pessoas geram. Tarefeiro é quem tem algum dharma, missão, tarefa de vida, tarefa da alma, tarefa existencial tarefeiro existencial.

Afinal, ninguém é perfeito, ninguém é completo, ninguém é ilimitado, todos são iniciados, mas ninguém é “terminado”.

Quando você for julgar e criticar A, B ou Z, pense antes em quantas pessoas ele pode estar ajudando, mesmo que sejam poucas.

Pense no que tal pessoa que você antipatiza sabe fazer melhor que você, pense em quanto ela, mesmo egoica, distorcida e desequilibrada pode estar ajudando uma parcela de pessoas que você não consegue, pois não é sua faixa de sintonia, de frequência vibracional.

Por aqui no Consciencial.Org nós ADMIRAMOS  e RESPEITAMOS até os trabalhos de quem nos detesta e nos critica, pois valorizamos a egrégora antes de nossos egos, priorizamos os amparadores e as pessoas antes de nosso orgulho e vaidade de uma forma muito lúcida e muito madura.

Temos uma amiga espírita clarividente (muito amiga mesmo) e um outro amigo espiritualista que dirige um grupo espírita (apesar de ele ser mais aberto, mais espiritualista) e ser projetor consciente e clarividente também. Todos estes dois amigos são muito ativos nos trabalhos espíritas de atendimento. Em contextos diversos e de passagem, conversando conosco, eles se referiram a mim e Andréa como sendo teóricos, apenas porque eles atendem em Centro Espírita!!!!

Grande ingenuidade!

Escrever livros é teoria? Não está ajudando pessoas no atacado?

Fazer e-books também não?

Ter um site que é um grande portal criativo e original de informações esclarecedoras aberto 24 horas/dia na web não está ajudando as pessoas no atacado no mundo todo?

Fazer os Guias de Práticas Bioenergéticas não está ajudando as pessoas?

Fazer os vídeos no Youtube com informações exclusivas sem copiar ninguém não está ajudando as pessoas?

Fazer os áudios também não?

Criar, desenhar e montar as imagens também não?

Tem gente que é muito limitado mesmo, e no fundo sentem a necessidade de competir e enquanto se super valorizam, sub valorizam os outros, crendo que são os maiorais. É o que digo, quem pode sempre aprende com os outros (humildade lúcida, madura, inteligente e avançada), quem é sem discernimento e sem lucidez quer apenas ensinar mantendo-se em opinião inflexível e intransigente.

O fato com esses amigos, que ainda são amigos (kkk) foi há alguns anos, e agora eu me lembrei e achei interessante recordar.

Todos temos nossas diferenças, seja de opinião, de conceitos, de definições, de posturas, de “isso” e “aquilo”, mas temos semelhanças e convergências muito fortes também.

Coisa mesquinha é focar nas diferenças e condenar todo o trabalho de alguém ou pensar no outro, no colega como concorrência. Este não é um pensamento próspero e nem positivo. Não se pode ter medo de indicar o trabalho, o serviço, a obra do colega, que também faz o que faz muito bem (ou que seja mais ou menos), embora eu ou você não concordemos com algumas coisas dele.

Há também os que se julgam “tão bons” (superiores) que NÃO admitem cooperar com os “menores”. Mas o melhor de todos, Jesus, já cooperou com esses e não teve medo, vergonha ou ressalva de colaborar. Assim fez Buda, Krishna, Ghandi, São Francisco de Assis e inúmeros outro luminares. Mas na era do “ego” e do capitalismo selvagem, temos gente demais sentada em tronos dourados, tribunas insuperáveis, portando suas verdades em níveis inatingíveis. E são muitos.

Ninguém é perfeito, e é mais justo ainda dizer que “ninguém é ruim demais” (risos) que é onde nós, humanos do século XXI do planeta Terra, estamos inseridos.

Não se pode conseguir “falar” direto com os Arcanjos se você não cumprimenta o porteiro e o gari e ainda nem percebe seu amparador (amigo espiritual) pessoal.

Então, o que observo, é um conjunto de pessoas imperdoadoras, que fazem a mesma coisa que os obsessores: observam apenas os 10% de erro, limitação, ego, doença de alma, no colega, e ignoram os 90% de semelhança, de trabalho útil, de boa intenção, de tentativa de aprendizado consciencial nestes.

O trabalho do Consciencial.Org é simples, mas é muito bom!

E você, faça uma auto-análise e reflita sobre quem trabalha numa missão de vida e critica.

Paz e Luz.

NÃO DEIXE DE LER O PRÓXIMO TEXTO: Amigo de Dharma

 

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Se você não quer ser criticado, pelo amor de Deus, não crie nada novo./ A única maneira de pensar fora da caixa é inventar um jeito de sair dela./ Se você quer inovar, deve estar disposto a ser incompreendido./ O fracasso e a inovação são inseparáveis." - Pensamentos de Jeff Bezoz CEO da Amazon internacional

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