AUTOAJUDA OU AUTOCORRUPÇÃO?

O mercado da autoajuda descobriu um filão chamado preguiça mental. É fato que existem muitas obras boas, mas também muito “chá com açúcar”, inócuo e bem comercial, quase prostituído. É óbvio que os livros podem nos ajudar, mas acreditar em fórmulas, receitas, caminhos das pedras para alcançar a felicidade é pura ingenuidade. Muitas obras são francamente antiéticas – nem vou dizer anticosmoéticas!

O interessante é que este mercado está se misturando com a “New Age” e eu vi obras sobre meditação que prometem objetivamente algo assim: “como meditar para ganhar dinheiro” entre outras coisas tão ridículas e absurdas.

A evolução demanda esforço pessoal, vontade, sacrifício, abnegação, renúncia, desapego, muito estudo e trabalho, espírito voluntário e principalmente reforma íntima.

Um livro bom de autoajuda só poderá lhe ajudar se intimamente você já possuir uma predisposição para vencer sua inércia consciencial. Livros são e sempre serão meros coadjuvantes, pois a vontade vem de dentro do indivíduo.

A demanda da autoajuda surgiu em face da necessidade humana, mas foi uma pena que os vilões, as produtoras e editoras mercenárias começaram a publicar material de baixa qualidade para ganhar dinheiro e prostituíram o mercado. A necessidade que o povo tinha/tem num dado intervalo caiu em decepção e declínio comercial advindo desta prostituição literária.

Mas não é justo e nem inteligente afirmar que a autoajuda é total porcaria, afinal todo autodidatismo pode ser chamado uma autoajuda, pois o ser está ajudando a si mesmo a evoluir.

A psicologia sabe que a autoajuda acontece a nível cognitivo, o que é apenas 20% do “tratamento” que a demanda necessita, é fato.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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