Dejà-vu

Expressão de origem francesa que indica já-visto. Que na verdade possui mais amplitude e refere-se a: prévio, já-visto, já-sentido, já-encontrado, já-visitado, já-vivido, já-amado, já-ouvido, já-lido, já-experimentado, já-vivenciado, etc. Retirando as possibilidades reais de falso dejà-vu como a paramnésia, cansaço intelectual, e em psicopatias em geral, cujo percipientes sofrem alterações de memória, ela é um fato comum do parapsiquismo cotidiano e popular.

É um acesso ao próprio inconsciente, que revela conhecimento prévio, ou impressão de já ter visto ou conhecer alguém ou algum lugar, já ter vivido uma situação (geralmente o dejà-vu eclode no momento em que vivenciamos a experiência).

Há várias possibilidades para tal fenômeno, quando descartadas as condições psicopatas. O indivíduo pode já ter se projetado (experiência fora do corpo), naquele local ou conhecido a pessoa no plano extrafísico. O percipiente pode apenas estar se recordando de eventos que foram planejados em curso intermissivo recente. Pode estar identificando pessoa com quem já conheceu e/ou viveu em vida anterior.

Há dois tipos de dejaísmo: o dejaísmo intrafísico que ocorre no plano físico e o dejaísmo extrafísico que ocorre no plano astral.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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