Cientificismo

O termo implica a atitude de valorização obrigatória e única do papel da ciência mecanicista no desenvolvimento da cultura em particular e da sociedade em geral. No entanto, esta tendência, muitas vezes é colocada como pejorativo, por uma sociedade leiga que não entende nem o que é ou como funciona a ciência, e como um papagaio repete tal argumentação, sem saber explicá-la, entender seus métodos. É um chavão, um bordão, um refrão do leigo, que nada entende e evoca a ciência apenas para defender suas crenças, dogmas e paradigmas pessoais. É um apoio dogmático ao método científico reducionista de todo o conhecimento a tudo o que é mensurável. A questão não é apenas se ater na ciência, mas debater e transcender seu paradigma já falido e insuficiente para uma saúde integral social e pessoal.

Há vários tipos de cientificismo: a). O cientificismo leigo da pessoa materialista; b). O cientificismo New Age (Nova Era) do místico incauto, leigo na ciência e leigo nas leis energéticas e conscienciais do espiritualismo avançado; c). O cientificismo grupuscular espiritualista / consciencial, formado por grupos que criam seu próprio sistema isolado, criam tipos e rótulos parecidos e imitadores da ciência e se denominam ciência a revelia do mundo exterior.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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