Animais de Poder

Explicar o que são Animais de Poder suscita uma introdução. – O universo é pura vida e sabedoria, não existe nada que não esteja interconectado. Como é possível que não existam dois seres humanos, duas impressões digitais ou dois gostos e pensamentos exatamente iguais? Isto só é possível se existir um único e infinitamente grande “banco de dados” consciencial de Deus.

Existem apenas duas “substâncias” no universo: consciência e energia. A consciência é causa intangível e incognoscível e a energia é consequência plausível com que lidamos na vida em diversos níveis e dimensões. O universo é uma holografia da consciência onde tudo é UM SÓ. No nível em que nos encontramos utilizamos símbolos para nos relacionarmos. A escrita, a linguagem, os desenhos, a matemática, as ciências, etc, são todos símbolos que expressam ideias mais abstratas. Os símbolos são a manifestação do abstrato na dimensão concreta.

O pensamento funciona através de associações de ideias e correlacionamento de símbolos. Uma escala do mais denso para o mais sutil é: matéria, imagem, som e por fim o pensamento. São diversos níveis de lucidez e possibilidades de relacionamento das consciências. Tudo pode ser associado a tudo, é apenas questão de lucidez e visão consciencial mais profunda e abrangente.

Somos consciências manifestadas numa dimensão espaço-temporal através de um corpo físico denso. A esta manifestação pode ser associada um número, um animal, um mantra, um yantra (símbolo), um talismã, etc. É uma questão de sintonia e afinidade dentro do processo energético. Ressonância é física, onde o semelhante atrai e combina com outro semelhante, mesmo que um seja concreto e o outro mais abstrato.

Nestes processos de descobrir e utilizar com sabedoria e sentimento prático seu animal de poder, seu número pessoal, seu símbolo, sua linha de pensamento, etc, irão ser influenciados pelos [1]arquétipos, egrégoras e holopensenes gravitantes na humanidade. É meio complexo de explicar. Já que o abstrato tende mais ao absoluto e o concreto tende mais ao relativo, estou tentando explicar o relativo, pois nesse aspecto contarão os ancestrais, seus rituais, suas egrégoras e holopensenes, suas bioenergias, seus hábitos, tradições e costumes, que chegam até nós por ressonância mórfica também.

Resumindo e reduzindo: animais de poder existem? Sim! Funcionam? Sim! Numerologia existe? Sim! Funciona? Sim!

Só não me pergunte como é feito e quais os rituais e práticas. Conheço e entendo o processo, tenho esta visão de conjunto sem ter precisado recorrer à literatura nenhuma, apenas contando com minha intuição, inspiração e experiência extrafísica.

Animais de poder podem ser confundidos com outras manifestações: animais em sonhos (onirismos), com animais extrafísicos (animais desencarnados), com formas pensamentos plasmados como animais; mas sem entrar em detalhes, representam arquétipos significados por suas características, ou seja, as características de cada animal em si, que o sujeito precisa entender o significado e contextualizar a mensagem em sua vida em tal momento.

Seu animal de poder tem a ver com suas características pessoais, mas principalmente com o momento de sua vida em que ele (o animal de poder) se manifesta, portanto, algo muito pessoal.

[1] Saiba mais sobre Arquétipo lendo o item 76 desta obra.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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