Curso Bioenergias no dia a dia – autoproteção captação exteriorização

Curso Bioenergias no dia a dia – autoproteção captação exteriorização

Vídeo 01 – Curso Bioenergias no dia a dia – autoproteção captação exteriorização

Curso Bioenergias no dia a dia – manipulação e autocontrole bioenergético: autoproteção, captação e exteriorização. Bioenergias são as energias transformadas pelas formas de vida animal. Captamos energias provenientes do ar, da terra, da água e dos alimentos. Uma vez absorvida, ela adquire as características do recipiente que a contém, ou seja, as características de quem a captou. Após captarmos energias provenientes do cosmos, do ar, da terra e dos alimentos, a exteriorizamos naturalmente, seja conversando, pensando, amando. Estas são bioenergias. As bioenergias vêm da nossa consciência, características pessoais (virtudes e defeitos) e vontade. Quando alguém vai a algum lugar receber uma bênção, um passe, uma simpatia, um descarrego, uma cura espiritual, ser benzido ou bento, um tratamento de reiki, uma cura prânica, um johrei, cura reconectiva, uma pajelança ou qualquer outra coisa, está recebendo energia de alguém que está doando.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.