PRECE ORAÇÃO REZA

PRECE ORAÇÃO REZA

Harold G. Koenig, M.D., pioneiro no estudo sistematizado sobre a cura pela fé fez várias pesquisas com controle científico sobre este tema. Suas pesquisas revelaram que “pessoas religiosas têm vida mais saudável e longa”. Um dos estudos relacionou os níveis de “interleucina-6”, um intermediário entre partes do sistema imunológico, associado a infecções crônicas, diabetes, câncer e doenças cardiovasculares, demonstrando que nas pessoas que iam frequentemente orar era 42% mais baixo.

O sistema imunológico das pessoas religiosas é mais estável. Dos 114 estudos realizados, 91 concluíram que os religiosos são mais felizes e possuem bem-estar maior que os materialistas (não crentes). Outras pesquisas revelaram diminuição de depressão e suicídio em indivíduos com alguma prática espiritual. Koening estudou 4000 idosos, que foram acompanhados durante mais de 6 anos e descobriu que o risco de morte entre os mais religiosos era 46% menor.

Strawbridge acompanhou 5286 pessoas durante 28 anos, e seus estudos revelaram que os religiosos vivem mais tempo e morrem 36% menos.

Em Israel, pesquisadores estudaram 3900 pessoas durante 16 anos e concluíram que a taxa de mortalidade relacionada com doenças cardiovasculares e câncer era 40% mais baixa em indivíduos religiosos do que os não religiosos.

Robert A. Emmons, Ph.D., e Michael E. McCullough, Ph.D., descobriram que voluntários que mantiveram exercícios semanais de práticas de gratidão relataram menos dores e aflições.

A saúde mental também melhora com a religiosidade. Em um estudo de idosos com depressão, os intrinsecamente mais religiosos se recuperaram 70% mais rápido[1].

Portanto, ficam aí nossas perguntas aos vários tipos de …ólogos, …istas, …ismos, materialistas, céticos, pesquisadores e a outros intelectuais frios e insensíveis:

Vocês acreditam na ciência? Vale a pena ter fé? Que tal descobrirmos um caminho não radical distante da fé cega e apaixonada, da dúvida cega e apaixonada, da negação cega e apaixonada e do questionamento extremo frio e insensível?

NOTA: embora tenhamos feito uma síntese de diversas informações nesta dissertação e a bibliografia seja um tanto vasta, ao invés de encher três páginas com tais indicações, iremos colocar apenas um link que as possui dezenas. Visitado em 12/12/2011:

<http://en.wikipedia.org/wiki/Efficacy_of_prayer>

[1] Retirado do Boletim CECC EM FOCO – Comunhão Espírita Cristã de Curitiba [CECC] – Dpto Doutrinário – Ano 11 – Número 06 – Junho de 2006. Artigo de Joílson Mendes.

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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