O “ACASO” É UM DOGMA, UMA CRENÇA MÍSTICA DOS CÉTICOS

O “ACASO” É UM DOGMA, UMA CRENÇA MÍSTICA DOS CÉTICOS

A crença no ACASO é mais um ato místico, dogmático, folclórico e de fé. Quem acredita no ACASO é anticientífico e não racional. Não existe prova científica que o ACASO exista – Leia o Tao da Física e também o livro O Ponto de Mutação de Fritjop Capra. – Muito pelo contrário, os matemáticos tentaram descobrir uma função aleatória (randômica), ou seja, uma equação que gerasse números ao acaso, mas não conseguiram.

Até que se prove o contrário, a ciência provou que o ACASO NÃO EXISTE. O que parece acaso no fluxo da vida e da evolução, possuem explicações maiores e mais complexas, com muitas variáveis intervenientes e ocultas, que não conseguimos vislumbrar, e esperamos que com advento da mecânica quântica em um processo de interdisciplinaridade ampla, venha a enveredar por estes caminhos.

As funções “randômicas” (RND) de algumas calculadoras e computadores são uma espécie de truque matemático, que usam uma função complexa, que gera números APARENTEMENTE aleatórios, mas obedecem a curva exata de uma função.

Se a explicação dos céticos, quanto à inteligência da natureza, as injustiças sociais, o germinar de uma planta e o desabrochar de uma flor, o eclodir de um talento inato de uma criança, a evolução do DNA, o equilíbrio cósmico (sistema solar, galáxia, etc.), a ordem quântica do átomo e suas subpartículas, são acaso, destino, sorte, coincidência e azar, estão apenas usando o ACASO como desculpa, ou seja, estão sendo místicos, religiosos e usando uma fé cega e irracional.

Na pior das hipóteses o acaso ou o fatalismo não poderiam ser utilizados por nenhum dos lados, do ponto de vista da incerteza da ciência tanto quanto da filosofia.

Nada como usar a própria ciência e os argumentos lógico-matemáticos para desmontar a fé questionável dos que se acham racionais.

O espiritualista irá descobrir que muitas vezes “viaja na maionese” do espiritualismo, caindo no misticismo, e o materialista e/ou cético, também “viaja na maionese” se achando inteligente demais, enquanto possuem uma fé muito maior que os místicos / religiosos, e se tornam verdadeiros crentes da falta de razão. Não estou dizendo que sou dono da razão, estou argumentando que temos que pesquisar antes de negar.

A principal diferença entre o materialista e o espiritualista sério, responsável, racional, pensador, questionador, não-místico é que o primeiro só confia em seus 5 sentidos e o segundo confia e utiliza 6, 7 ou mais sentidos. A “crença” nas bactérias, por serem invisíveis a olho nu, foram consideradas misticismo antes da descoberta do microscópio. Tudo a seu tempo.

 

O que você achou?

Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

Deixe um comentário

Comentário (requerido)

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

Nome (requerido)
E-mail (requerido)