EVOLUÇÃO CONSCIENCIAL

EVOLUÇÃO CONSCIENCIAL

Evoluímos da dimensão mais densa para a mais sutil.

De “baixo” para “cima”, do denso para o sutil, do lento para o rápido, etc. São definições com objetivos didáticos, representações aproximadas da “realidade”. Considere também níveis de multidensidades intermediários como: 1,5; 2,2; 3,9; divisíveis ao infinito.

As multidensidades não são entidades isoladas umas das outras, mas são continuamente interligadas com infinitas subdensidades intermediárias. São vários planos finos e sutis em superposição e interpermeantes como a casca de uma cebola cósmica. Na verdade, este é um exemplo grosseiro, pois as densidades não apenas se superpõem, mas se permeiam também.

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As densidades crescem, evoluem ou se aperfeiçoam da mais “baixa” para a mais “alta” ou da mais densa para a mais sutil. Assim como existem frequências da luz que nos são invisíveis aos olhos, também existem densidades invisíveis aos olhos.

 

Multidimensionalidade

Multidimensionalidade ou muitas dimensões são as dimensões existenciais FÍSICAS da vida sob a ótica do paradigma Cartesiano. Antes se acreditava que existiam apenas quatro dimensões:

  1. Comprimento;
  2. Largura;
  3. Altura

Estas referências são relativas ao espaço físico em que vivemos, mas depois, através de Einstein, veio a unificação pela relatividade. Então, o espaço perdeu seu caráter isolado, e o tempo passou a ser independente do referencial, criando o contínuo espaço-tempo, ou entidade quadridimensional.

Os três eixos de um gráfico tridimensional (x; y; z) estão limitados, necessitando-se de um quarto eixo (t) para o tempo, pois os eventos acontecem no tempo. O tempo não existe sem o espaço e o espaço não existe sem o tempo. Na verdade, são a mesma coisa com formas de manifestação diferentes. A ciência, mesmo limitada às comprovações laboratoriais e às teorias matemáticas lógicas, já admite a possibilidade da existência de outras dimensões e até de multiversos em forma de hipóteses e começam a surgir livros de física com entonação espiritual e livros espiritualistas com argumentação mais física como o nosso aqui presente.

Ainda dentro deste contexto, podemos devanear um pouco sobre as concepções bíblicas e outros livros sobre temas espirituais, como o Livro dos Espíritos (Espiritismo), que tentam conceituar as premissas básicas do que é Deus e o Universo.

 

Com as nossas palavras: Deus é causa primária de tudo, e por isto nada veio ou existiu antes dele. Tudo foi criado por Deus, que é Onipotente, Onisciente e Onipresente. Deus não tem princípio nem fim. Em nossa opinião, o fato de estarmos restritos ou reencarnados em um corpo físico nos impede de um melhor entendimento deste processo. É algo como colocar uma CPU ou processador de um computador superpoderoso em um brinquedo de corda de criança, onde ela (a CPU) vai ficar subutilizada.

 

Pela ciência: teoria do Big-Bang ou grande explosão, quando expandiu uma grande energia no espaço cósmico, criando todo o Universo, que se encontra em expansão até hoje e continuará assim por muito tempo. Uma teoria limitada ao espaço-tempo sem abrangência multidensional maior. Como uma visão espaço-temporal conseguiria enxergar o universo de uma forma atemporal e a-espacial? Se conseguisse, não encontraria formas de trazê-las para cá. Mas atualmente já especula a possibilidade de existirem os multiversos.

 

Nossas deduções: se Deus não tem princípio nem fim, o Universo também não, e se não há princípio nem fim, não existe meio, então só existe o eterno e não existe o tempo. Se não existe o tempo, mas vivenciamos em nosso dia a dia o “tempo” e inclusive usamos relógio, o tempo é uma sensação, uma forma de medição, e a rigor não é real. Este é um processo transitório da limitação multidensional e multidimensional.

O tempo é relativo: assim como há momentos em nossas vidas quando duas horas se passam rapidamente, parecendo ser cinco minutos, outros cinco minutos parecem ser duas horas. Assim, é fácil deduzir que o tempo é uma sensação mental e a sensação mental depende do nível de consciência.

À medida que subimos nosso ponto de vista para uma densidade acima, a visão e o conceito de tempo irão se modificando gradualmente, pois estaremos aumentando o nível de consciência do observador. Quanto mais acima, multidensionalmente falando, menor a sensação de tempo e maior a sensação de eternidade instantânea, ou visão de conjunto cósmica.

Diga-se de passagem, que em estados alterados de consciência, semelhantes ao que se denomina expansão da consciência, samadhi, nirvana, consciência cósmica ou cosmoconsciência há uma breve sensação de eternidade consciencial. Existem graus diferenciados de se vivenciar estas experiências parapsíquicas, conscienciais ou espirituais. Qualquer ser humano pode vivenciá-las.

 

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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