ATENDIMENTOS EM APOMETRIA – CONSIDERAÇÕES

ATENDIMENTOS EM APOMETRIA – CONSIDERAÇÕES

Somos contra o paternalismo, que quase sempre atende mais a vaidade dos que creem que assistem e a preguiça evolutiva dos assistidos que só pensam em terceirizar a auto cura, sem desejos de mobilizar esforço maior em prol de sua evolução consciencial.

Recomendamos àqueles que foram aprovados para atendimento de Apometria as seguintes obrigações:

  1. A cobrança da taxa de atendimento deve ser uma doação recente de sangue em hospitais públicos;
  2. Quando não for possível a primeira por razões de peso, doença, idade ou saúde, a cobrança entre as consultas deve ser leitura e resenha de um livro. Favor considerar as exceções e contextualizar os casos sem radicalismo. É uma ideia geral. Quando possível solicitar as duas “taxas” com incentivos, prêmios simbólicos, homenagens e títulos – as pessoas adoram estas coisas, e aqui não há mal nenhum, o uso é para o bem.

Se eu acredito que esta ideia vinga em algum lugar? Não! Em lugar nenhum!CD Apometria

A preguiça da maioria, a vaidade da minoria que atende e os problemas administrativos de tal ideia, inviabilizam este aperfeiçoamento. Há os que sejam contra os “bolsas-esmolas” paternalistas do governo, mas adoram ser “papa-passe”, “papa-palestra” e “papa-consulta em Apometria” e não doam nada de si, exceto o que iriam jogar fora e na crise de caridade que sentem no Natal.

O paternalismo puro e a consolação piegas, não ajudam ninguém, apenas atrasam a evolução consciencial de pessoas que só desejam receber e nada querem doar de si, nem para si mesmos – no enfoque de sua evolução pessoal.

Não existe técnica baseada na preguiça. Não existe “me cure que eu não me comprometo”,

Às vezes ver a fila grande na porta do grupo, para receberem a assistência espiritual, muitas vezes é para aumentar a vaidade e o sentimento de poder dos dirigentes.

A verdadeira assistência está no esclarecimento consciencial e não na consolação pura, que embora tenha seu valor e seja necessária, deve ser revista seu modus operandi na cultura brasileira.

Quem sou eu?

Alguém que tenta ser útil fazendo o seu trabalho com coragem e despojamento.

 

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque – auto intitulado como “Tio Dalton” de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade.
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Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e “New Age’s”.
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Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática.
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É simples, irreverente, se denomina “caipira” e “sente muitas saudades de seu planeta”.
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O que mais aprecia é escrever, aprender, criar “coisas” novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. — -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.

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