AS EXPANSÕES DE CONSCIÊNCIA E CLARIVIDÊNCIA

AS EXPANSÕES DE CONSCIÊNCIA E CLARIVIDÊNCIA

Outro fenômeno interessante a se comentar são as Expansões de consciência. Expansões de consciência, experiências de pico, experiências de platô, são várias nuances das expansões de consciência em si. A quantidade de sinônimos para a expressão “expansão de consciência” varia conforme a cultura que a estuda como: Nirvana, Sartori, Consciência Galáctica, etc.

Não pense que só os grandes mestres a vivenciaram, uma boa parcela de nós já a vivenciou em pequenos graus desta escala infinita, inclusive eu, este modesto e pretensioso autor.

A sensação de percepção se modifica absurdamente quando entramos em estados relativos de consciência expandida. As vezes escrevo em expansão de consciência, depois de um tempo volto para ler o texto e nem acredito que escrevi aquilo. Um dos fatores poderá ser o acoplamento áurico com entidade espiritual, mas não é o momento para se aprofundar nisto agora.

A questão em relação ao espaço-tempo se modifica absurdamente quando alguém está em expansão de consciência. Para mim, neste momento, o corpo mental fica mais dilatado e livre no espaço-tempo com pequeno aumento de lucidez em relação a Maya, propiciando mais percepções.

Muito chato é o retorno, que é o momento que vamos confirmar que voltamos a ser aquele ser normal do dia-a-dia. Há um evento muito interessante sobre isto no livro Autobiografia de um Iogue de Yogananda, quando o Mestre Sri Yukteswar dá um toque com dedo no chacra cardíaco (centro do peito) de Yogananda (o autor) e o mundo ao derredor fica todo em câmera lenta e ele se vê com visão espacial em 360 graus.

 

 Clarividência Viajora

Como alguém pode ver eventos a distância, separado por milhares de quilômetros em salas fechadas? Eu era adolescente no bairro onde morava, era um sábado à noite e eu estava a 2 quadras de casa próximos a uns bares por ali.

Voltando a pé tranquilo para casa fui abordado por uma turma de provocadores que desejavam briga gratuitamente. Mas eu era magro e excelente corredor e nem 3 ou 4 garotos conseguiram me pegar. Ao chegar em casa minha irmã Denise estava em pânico gritando, ela havia visto tudo! Jamais nos esquecemos deste momento, eu cheguei tranquilo e bem em casa e meus pais e eles estavam em pânico.

Creio que o tal “wormhole[13]” (buraco de minhoca) das teorias físicas existem mesmo, só eles podem ser usados como hipótese para esta visão a distância.

O fato é que nossos chacras são portais conscienciais e não apenas funis para trocas energéticas, e nem mesmo apenas para aferir nosso nível de consciência, parece-me que é bem mais que isto. De alguma forma ele(s) (os chacras) abre (podem abrir) um micro-wormhole e navega dentro dele. Ou será que é emitido um pseudópodo energético sutil a distância que observa o que interessa de forma automática? Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas, não tenho respostas absolutas, apenas conjecturas e hipóteses.

Não quero complicar, ainda sou a favor de que a teoria mais simples é a que deve ser escolhida para explicar algo, seja o normal ou o paranormal. Assim, antes que eu devaneie demais e fique escrevendo em círculos concêntricos para tentar explicar o inexplicável, melhor eu me “calar” na autorreflexão que expande a consciência e transforma meu ser para melhor.

Nunca se provou que a mente é feita de matéria. Nunca se provou que a consciência é feita de matéria. Todas as coisas e experiências materiais são feitas de matéria. Ninguém já provou uma experiência mental, um sentimento ou uma intuição feitos de matéria. – Amit Goswami

NOTAS:

[1] Cartesiano ou newtoniano – é o mundo da matéria ou o limitado 3D social. [2] Multidensidade – é um novo termo que cunhamos a fim de distinguir as dimensões físicas ou cartesianas das “multidimensões” extrafísicas, então passamos a usar multidensidades. [3] Og Mandino (Augustine Mandino) (12 de dezembro de 1923 — 3 de setembro de 1996) foi um escritor nascido na Itália e que viveu nos Estados Unidos da América. Foi um “guru” do setor de vendas. Presidiu a revista Success Unlimited até 1976 –

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Og_Mandino>

[4] Joseph Murphy (Irlanda, 20 de maio de 1898 — Laguna Hills, Estados Unidos, 19 de dezembro de 1981) é um dos mais famosos escritores do movimento do Novo Pensamento1, fundado por Malinda Cramer. É o autor de mais de 30 livros de autoajuda, muitos deles best sellers no mundo inteiro. Passou muitos anos estudando as principais religiões do mundo, tendo-se convencido da existência de um grande poder por detrás de todas elas, o poder da mente subconsciente. <http://pt.wikipedia.org/wiki/Joseph_Murphy> [5] Antroposofia‎, Cao Dai‎, Sufismo‎, Cristianismo esotérico‎, Hermetismo‎, Maçonaria‎, Neopaganismo‎, Santeria‎, Vajrayana‎, Rosacruz, Círculo Esotérico Comunhão do Pensamento, Gnose, Kabala, etc. [6] Vide palavras de Amit Goswami – <http://www.youtube.com/watch?v=e-aDYAezrps> [7] Matrix, um conceito popularizado após o filme de mesmo nome. Deseja dizer ilusão, mundo de Maya, mundo da matéria e das energias densas, dos apegos e desejos. [8] Ética cósmica ou moral cósmica. É a moral que transcende a moral social e humana, moral dos espíritos superiores. [9] Um dos últimos colaboradores de Albert Einstein, tentou formular a concepção de Einstein de uma teoria do campo unificado. <http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Archibald_Wheeler> [10] Amit Goswami (4 de novembro de 1936) é um físico, doutorado em física quântica,1 nasceu na Índia, filho de um guru hinduísta. Foi pesquisador e professor titular de física teórica da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, por 32 anos a partir de 1968. Após um período de crise na carreira, mudou seu foco de pesquisa para cosmologia quântica e aplicações da física quântica ao problema da relação mente-corpo. Publicou o polêmico best-seller A Física da Alma. Alia em seu trabalho o conhecimento de tradições espiritualistas com exploração científica, buscando unificar espiritualidade e física quântica. Participou do filme chamado Quem somos nós? (What The Bleep Do We Know? em inglês), que se tornou sucesso de bilheteria nos Estados Unidos, sendo também muito difundido em DVD no Brasil. <http://pt.wikipedia.org/wiki/Amit_Goswami> [11] <http://www.nossacasa.net/shunya/default.asp?menu=1263> [12] <http://pt.wikipedia.org/wiki/Dupla_fenda> [13] <http://pt.wikipedia.org/wiki/Buraco_de_minhoca>

 

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Sobre o(a) autor(a)

Dalton Campos Roque - auto intitulado como "Tio Dalton" de forma irreverente, sempre bem humorado e brincalhão. Formado em Engenharia Civil, pós-graduado em Estudos da Consciência com ênfase em Parapsicologia e em Educação em Valores Humanos. Manifestou eventos paranormais e mediúnicos desde o berço e foi criado neste meio, pois seu pai e dois irmãos também manifestavam fenômenos parapsíquicos ostensivos. Começou a aprender com o pai (que é médico e Parapsicólogo) Parapsicologia e Hipnose a partir dos 14 anos de idade. ----- Professor de Informática, espiritualista universalista, médium intuitivo, curioso e espontâneo em desconstruir falácias religiosas, espiritualistas e "New Age's". ----- Curte Rock Progressivo, Rock pesado, música New Age e músicas mais espirituais em geral, adora filmes de ficção científica e ação. Curte eletrônica, áudio, física e matemática. ----- É simples, irreverente, se denomina "caipira" e "sente muitas saudades de seu planeta". ----- O que mais aprecia é escrever, aprender, criar "coisas" novas e originais e organizar conhecimento com tendências mais científicas. Detesta o misticismo exacerbado New Age, o que considera uma desinformação. --- -Me ame quando eu menos merecer, pois é quando mais preciso.---- "Desvio-me daquilo que não posso aperfeiçoar e me aproximo daquilo que posso. Se não tenho condições de curar meu corpo, tenho condições de curar minha mente e, assim, me libertar para tomar decisões sensatas. Eu escolho o que me preocupa. O pensamento pode ser dirigido tanto para o caos quanto para a quietude. Posso optar por não esboçar infinitamente as “causas” das minhas dificuldades e projetar, no futuro, as suas limitações e agonias. Se não posso evitar que certas pessoas me condenem, posso parar de analisar seus motivos e deixar de defender meus atos. Não importa de quais aspectos eu não goste ou tenha medo, posso interromper minhas desgastantes tentativas de torná-los perfeitos." Hugh Prather - A Arte da Serenidade

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